JUIZ MANDA CASA BRANCA DEVOLVER CREDENCIAL A JORNALISTA DA CNN
Um juiz federal dos EUA determinou que a Casa Branca terá de devolver a credencial de imprensa ao repórter da CNN Jim Acosta, cuja entrada tinha sido revogada na semana passada após uma acalorada discussão com o Presidente Donald Trump. O juiz Timothy Kelly emitiu uma ordem temporária que exige a devolução da credencial de acesso até que seja tomada uma decisão final sobre o caso. A Casa Branca aceitou a decisão, mas o Presidente do EUA já avisou Acosta: “caso se comporte mal, será expulso”.
CHINA CORTA NO PREÇO DOS COMBUSTÍVEIS
A China efectuará o maior corte nos preços da gasolina e do diesel em quase quatro anos após a queda dos preços internacionais do petróleo, informou a agência Xinhua. O preço da gasolina diminuirá 510 yuans por tonelada e o do gasóleo cairá 490 yuans, indicou a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma. O sistema chinês estabelece que, se o valor internacional do petróleo registar oscilações de mais de 50 yuans e se mantiver esse nível durante 10 dias úteis, os preços dos produtos de petróleo refinado devem ser ajustados. As autoridades exigiram das principais petrolíferas do país, como a PetroChina, Sinopec e CNOOC, que garantam a estabilidade do fornecimento e implementem estes preços.
ARGENTINA SEM MEIOS PARA RESGATAR SUBMARINO
O Ministro da Defesa da Argentina reconheceu que o país não tem meios para retirar o submarino ARA San Juan, localizado durante a madrugada de sábado no Oceano Atlântico após um ano de buscas, no fundo do mar. “Não tínhamos sequer os meios para encontrá-lo. Também não temos ROV (veículos de inspecção remota) para descer a essa profundidade, nem equipamento para extrair uma embarcação com essas características”, afirmou Oscar Aguard. O submarino, que desapareceu a 15 de Novembro de 2017 com 44 tripulantes a bordo, foi localizado pela empresa americana “Ocean Infinity”, que usou veículos submarinos autónomos, entre outros equipamentos.
ITÁLIA QUER REVER CEDÊNCIA DE OBRAS DE DA VINCI AO LOUVRE
A Itália quer renegociar o contrato de empréstimo ao Louvre de todas as pinturas de Leonardo Da Vinci para uma exposição que marcará em 2019 os 500 anos da morte do artista. Segundo o “Corriere della Sera”, a secretária da Cultura declarou que os termos do acordo assinado pelo ex-ministro da tutela são “inconcebíveis”. “Leonardo é italiano, ele só morreu na França”, frisou Lucia Borgonzoni, acrescentando que “emprestar essas pinturas ao Louvre deixaria a Itália à margem de um grande evento cultural”. “Os franceses não podem ter tudo”, afirmou.



