IPM E IPOR ESTUDAM INTERCÂMBIO DE PROFESSORES

O Instituto Politécnico de Macau (IPM) e o Instituto Português do Oriente (IPOR) ponderam criar um programa de intercâmbio entre professores das duas instituições, para fomentar a partilha de experiências e conhecimentos. A ideia foi debatida numa reunião entre os presidentes do IPM e IPOR, Im Sio Kei e Joaquim Ramos. O Politécnico revelou que também foi abordado o lançamento de um programa de estágios, que possibilite a participação de alunos e graduados do IPM em eventos culturais realizados pelo IPOR, bem como noutras experiências envolvendo as culturas dos países lusófonos. As duas instituições pretendem trabalhar conjuntamente “na promoção e melhoria do ensino da língua e cultura portuguesa”.

 

LUCROS DA MELCO CAÍRAM A PIQUE NO TERCEIRO TRIMESTRE

A Melco Resorts & Entertainment registou lucros líquidos de 9,6 milhões de dólares americanos no terceiro trimestre deste ano, o que traduz uma forte quebra face aos 115,9 milhões apurados no mesmo período de 2017. As receitas do grupo atingiram 1,2 mil milhões de dólares, uma diminuição de 11%. De acordo com o comunicado do grupo, o EBITDA ajustado (resultados antes de impostos, juros, depreciações e amortizações) cifrou-se em 295,4 milhões, reflectindo uma descida anual de 26%.

 

CASA BRANCA VETA JORNALISTA DA CNN APÓS DISCUSSÃO COM TRUMP

A Casa Branca retirou a credencial permanente de Jim Acosta, jornalista da CNN, que horas antes tinha discutido com o Presidente dos EUA, numa tensa conferência de imprensa. A Associação de Correspondentes da Casa Branca (WHCA) já considerou “inaceitável” a suspensão da credencial de Acosta e pediu que seja devolvida. “A WHCA opõe-se energicamente à decisão do governo Trump de utilizar as credenciais de segurança do Serviço Secreto como ferramenta de castigo a um jornalista com o qual tem uma difícil relação”, declarou. Trump também foi notícia nas últimas horas por ter decidido afastar o Procurador-Geral, Jeff Sessions.

 

EMPRESA OBRIGOU FUNCIONÁRIOS A BEBER URINA E COMER BARATAS

Três responsáveis de uma empresa da província chinesa de Guizhou foram detidos por obrigar funcionários que não atingiram metas de vendas a beber urina e comer baratas. A polícia actuou depois da divulgação de vídeos de trabalhadores a serem chicoteados e a beber um líquido amarelo. A empresa, cuja actividade está centrada na reparação de casas, também obrigava os funcionários a beber vinagre e água da sanita, bem como a rapar a cabeça. As vítimas estariam há dois meses sem receber salários e não denunciaram os abusos com receio de perder esse dinheiro.