À hora do fecho desta edição, o presidente do Benfica e recandidato ao cargo, Rui Costa, liderava com 45,54% as eleições para os órgãos sociais do clube lisboeta, quando estavam contadas 103 das 108 secções de voto. Nessa altura, tudo apontava para a realização de uma segunda volta, a 8 de Novembro, com a participação de Rui Costa (Lista G) e João Noronha Lopes (Lista F), que tinha 26,70% dos votos.
O antecessor de Rui Costa, Luís Filipe Vieira (Lista E), surgia como o terceiro mais votado, com 14,67% dos votos, seguido de João Diogo Manteigas (C), com 10,96%, enquanto Martim Mayer (B) detinha 1,95% e Cristóvão Carvalho (D) 0,19%.
O Benfica iniciou a divulgação dos resultados parciais do acto eleitoral durante a madrugada portuguesa, tendo, às 07:55 (15:55 em Macau), disponibilizado os primeiros números após terem sido apuradas 54 das 108 secções de voto.
As eleições contaram com uma afluência de 85.422 sócios, pouco mais de metade dos sócios que estavam habilitados a participar neste escrutínio (160.182). Estes números bateram o anterior máximo mundial, que pertencia ao Barcelona desde 2010, quando 57.088 votantes participaram nas eleições no clube espanhol, mas também do clube ‘encarnado’, cujo recorde era de 40.085, em 2021.
“Foi uma votação extraordinária, com 85.422 sócios. Marca um momento na história do Sport Lisboa e Benfica e, penso, do associativismo em Portugal. As operações de contagem já tiveram início, decorrem sem nenhuma questão e os números vão sendo anunciados nos canais oficiais do Sport Lisboa e Benfica”, disse o presidente da Mesa da Assembleia Geral (MAG) dos ‘encarnados’, José Pereira da Costa.
Questionado sobre eventuais incidentes durante o acto eleitoral, o presidente da MAG desvalorizou, assegurando que “todos os sócios que quiseram votar, votaram”.
O número de votos dos associados aumenta consoante a antiguidade, com 46.421 sócios a terem direito a três votos, 30.013 a 10 votos, 56.703 a 20 votos e 27.045 a 50 votos, de acordo com o caderno eleitoral.
JTM com Lusa



