O IC concluiu ontem à tarde o processo de abertura das propostas do concurso público para o design da Nova Biblioteca Central, sendo que apenas uma empresa terá de submeter mais documentos. Os valores das propostas variam entre 9,8 e 43 milhões de patacas

 

Viviana Chan

 

Oito das nove propostas para a elaboração do projecto da nova Biblioteca Central foram integralmente aceites pelo Instituto Cultural (IC). Já a proposta da “Companhia de Design e Consultoria PDC Limitada e FLV Arquitectura, Design e Consultoria, Limitada” foi admitida condicionalmente, devendo submeter mais documentos, de acordo com os requisitos.

Os valores das propostas variam entre 9,8 e 43 milhões de patacas, enquanto o prazo de execução oscila entre 210 dias e 320 dias.

De acordo com uma notificação no site do IC, a “Sociedade de Design Estúdio In Limitada” é a que propõe o preço mais alto, de cerca de 43 milhões, e um prazo de 319 dias para concluir o projecto.

Por seu lado, a “King Honor-Consultadoria de Design Internacional LDA” apresentou a proposta de valor mais baixo: cerca de 9,8 milhões. O prazo de construção é de 210 dias.

Já o “MAA Marreiros Atelier de Arquitectura Limitada”, do arquitecto Carlos Marreiros, apresenta um orçamento de 18,68 milhões de patacas e um prazo de 268 dias, e a “AE Tec-Mo Arquitectura e Engenharia”, liderada por Maria José de Freitas, propõe 28 milhões de patacas e a execução em 290 dias. Quanto ao atelier de Rui Leão e Francesca Carlotta Bruni, “LBA Arquitectura e Planeamento LDA”, o projecto de concepção está orçado em 16,13 milhões de patacas e tem um prazo de 250 dias.

O resultado final deste concurso poderá ser conhecido ainda este ano. Os critérios de adjudicação atribuem 40% para o conceito do projecto preliminar, seguindo-se factores como o preço (30%), a estrutura organizacional do concorrente e composição, currículos e experiência da equipa técnica (25%) e o plano de trabalhos (5%).