O presidente da Associação dos Jovens Macaenses espera que as visitas promovidas ao Interior da China possam resultar em novos negócios e ligações da diáspora de Macau ao Continente

 

Estas cidades chinesas “menos conhecidas, de segunda ou terceira linha são, em muitos casos, as ‘gemas escondidas’ da China”, afirmou Jorge Valente para justificar a visita anual da associação, na qual participaram 39 jovens numa deslocação à província chinesa de Anhui, no leste da China, que decorreu ao longo passada semana.

O presidente da Associação dos Jovens Macaenses referia-se a Hefei, capital da província de Anhui, onde se desenvolveu um polo tecnológico de empresas nas áreas da computação e da tradução automática, visitado pelo grupo.

“A partir daqui, espero que estes jovens voltem de novo a Anhui, quer em turismo, quer para desenvolver um negócio”, sublinhou.

A visita foi organizada em conjunto com o Gabinete de Ligação do Governo Central na RAEM, e decorreu entre 29 de Outubro e 2 de Novembro, na sequência do IV Encontro da Comunidade Juvenil Macaense.

Oriundos dos Estados Unidos, Canadá, Brasil, Reino Unido, Austrália e Hong Kong, entre outros, os 39 jovens, com idades até aos 45 anos, visitaram a Montanha Amarela e a aldeia de Hongcun, um dos cenários do filme de Ang Lee “Crouching Tiger”, de 2000.

O grupo manteve ainda encontros com representantes da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês de Anhui e do Gabinete para os Assuntos de Hong Kong e Macau do Governo Popular daquela Província.

 

JTM com Lusa