A Associação dos Macaenses vai a votos amanhã para reeleger os actuais membros dos órgãos sociais, uma vez que existe apenas uma lista candidata. Miguel de Senna Fernandes considera que a direcção tem feito “um bom trabalho”

 

Inês Almeida

 

A Associação dos Macaenses (ADM) elege amanhã, pelas 16:00, os corpos gerentes para o biénio 2019-2020 que se mantêm praticamente inalterados em relação aos actuais, uma vez que há apenas uma lista.

Na presidência da Direcção mantém-se Miguel de Senna Fernandes. Outros membros são Margarida Estorninho, Zelina Rodrigues, António e Paula Carion. A Mesa da Assembleia continuará a ter como presidente Alfredo Ritchie. Apenas no Conselho Fiscal, presidido por Carlos Santos Ferreira, haverá uma pequena mudança, com a saída de Paula Borges e entrada de Venâncio Xavier.

À TRIBUNA DE MACAU Miguel de Senna Fernandes considerou que a ADM tem vindo a trilhar um bom caminho. “A direcção tem feito um bom trabalho e a associação encontra segurança em todas as coisas em que se envolve. Com o tempo, ganhou também apoio importante por parte dos sócios. Só isto é fundamental”, frisou.

Uma nova direcção aos comandos da ADM não seria necessariamente mau, porém, ressalva, haveria “muito trabalho a fazer”. “Eu fiz o meu trabalho. Noto que há um certo reconhecimento por parte dos sócios, o que me deixa muito satisfeito e com vontade para continuar. Se houvesse outras listas, obviamente, o cenário seria completamente diferente, podia pôr a hipótese de deixar o cargo”, afirmou.

Perante as circunstâncias actuais, Miguel de Senna Fernandes acredita que há uma “confiança muito grande no trabalho que tem sido feito nestes anos todos”. “A ADM atingiu um patamar que lhe é próprio. Em Macau, o tecido associativo é muito complexo. Isto tem muito a ver com a relação interassociativa, com as pessoas e o meio. É neste contexto que estou a dizer que a ADM tem um estatuto que é próprio e um estilo de exercer o associativismo”, apontou.