HÁ 20 ANOS
HÁ 20 ANOS

A segunda fase do programa de telemedicina em Macau vai arrancar em 1999 com avanços técnicos que permitirão não só um acompanhamento clínico mais exaustivo à situação dos doentes coronários, como também se tornará mais prático para doentes e médicos. No Centro Hospitalar Conde S Januário realizou-se uma reunião entre responsáveis pelo serviço de Cardiologia daquela unidade hospitalar e elementos do INESC Macau, que estão a desenvolver o respectivo software. Depois de Macau ter sido pioneira da telemedicina, ao instalar no dia 1 de Janeiro de 1996 o sistema remoto e computorizado de assistência médica ao domicílio, os responsáveis pelo projecto consideram que chegou o momento de se passar para uma nova etapa, mais sofisticada e que abrangerá mais doentes. A experiência, que se prolongou por cerca de seis meses e envolveu dez doentes com problemas cardíacos atingiu, segundo Mário Évora, director dos serviços de Cardiologia do Centro Hospitalar Conde S Januário (CHCSJ), os seus objectivos.

 

UTILIDADE PÚBLICA LIDERA QUEIXAS DE CONSUMIDORES

Os serviços de telecomunicações continuam a ser o sector que mais queixas recebe por mês. Em Outubro, das 121 queixas apresentadas no Conselho de Consumidores, 10 eram relativas às telecomunicações, seguindo-se os serviços de abastecimento de água, já noutra secção, as lojas de produtos de mar, que foram alvo de oito queixas por parte dos turistas que visitaram Macau. O sector do turismo foi, de resto, o terceiro com mais queixas recebidas, num total de 13. A lista das cinco queixas mais frequentes é encabeçada pela utilidade pública, com 19 queixas.

 

POPULAÇÃO ACTIVA EM SENTIDO CRESCENTE

A população activa no terceiro trimestre do ano passado atingiu os 211,5 milhares, representado uma subida de 2,5% em relação ao mesmo período de 1997. No mesmo trimestre totalizavam-se 200,3 milhares de empregados no Território e 11,2 milhares de desempregados. Destes, 87,4% andava à procura de emprego e 12,6% procurava o seu primeiro emprego. Relativamente aos desempregados que anteriormente já tenham trabalhado, 38,6% provêm do sector de comércio, restaurantes e hotéis, logo seguido pelo sector de indústrias transformadoras, com 19,9%, e dos serviços sociais e pessoais, com 17,4%.