HÁ 20 ANOS
HÁ 20 ANOS

O novo posto fronteiriço da China em Gongbei, junto a Macau, deverá entrar em funcionamento “experimental” no dia 1 de Julho de 1999, revelava ontem o jornal “Ou Mun”. Orçado em mil milhões de renminbis, a nova fronteira entre Macau e a China começou a ser construída em 1992, mas, devido a problemas financeiros, teve as obras paradas durante um largo período. Actualmente, os cerca de 500 funcionários da obra estão a proceder à instalação do equipamento necessário ao controlo de pessoas e mercadorias entre os dois lados da fronteira, devendo os trabalhos ficar concluídos em Março de 1999. Mais de 18 milhões de pessoas e um milhão e meio de viaturas cruzam anualmente a fronteira terrestre entre Macau e a China. Com uma área de construção de cerca de dois mil metros quadrados, o posto fronteiriço terá três andares, sendo o primeiro ocupado por 90 balcões de controlo de passaportes – 50 para as entradas na República Popular e 40 para as saídas. Nos primeiro e segundo pisos ficarão instalados os gabinetes de trabalho para as autoridades da fronteira, enquanto as lojas “duty free” serão construídas nas imediações do edifício do novo posto de fronteira.

 

PASNET COM MAIS DE 100 CANDIDATOS

50 propostas candidatas ao programa do governo de apoio a novos empresários deram entrada no IPIM no último dia do prazo limite, elevando a mais de 100 os candidatos aos subsídios do PASNET. No último dia do prazo previsto para concorrer ao PASNET, longas filas de candidatos formaram-se no exterior do edifício onde funciona o IPIM, entre as três e as quatro da tarde. Os candidatos retardatários admitiram já ter concluído as propostas há algum tempo, mas aguardaram até ao último momento para, como referiu um deles, “poder pensar duas vezes” nos projectos. Outros referiram, no entanto, que a confidencialidade das suas propostas estará mais garantida se entregues em cima do prazo limite. Segundo apurou o JTM, as propostas – que vão agora ser submetidas à apreciação de um júri – abrangem projectos de negócios que vão dos serviços, passando pela indústria transformadora, até ao comércio retalhista da área das telecomunicações. Fonte ligada ao processo revelou ao JTM que foram recebidas propostas contendo “conceitos de negócio muito construtivos, o que prova que os jovens estão aptos a assumir a responsabilidade de revitalizar o crescimento económico”.