HÁ 20 ANOS
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EPM DEVE COMEÇAR ANO LECTIVO NAS MESMAS INSTALAÇÕES

O presidente da Associação de Pais da Escola Portuguesa (APEP), Oliveira Paulo, ficou satisfeito com o resultado da reunião que manteve com o director dos Serviços de Educação e Juventude (DSEJ), tudo porque os serviços confirmaram ter começado os trabalhos tendo em vista que o próximo ano lectivo deverá arrancar nas mesmas instalações, contíguas à construção do Grand Lisboa. “O director da DSEJ garantiu que já entrou em contacto com os responsáveis da Direcção dos Serviços para os Assuntos Laborais e dos Serviços de Obras Públicas e Transportes pra apertar o cerco às obras do hotel-casino, de forma a prevenir qualquer tipo de acidentes”, revelou Oliveira Paulo ao JTM. Num encontro cujo único ponto na agenda foi a discussão em torno de uma eventual deslocalização temporária das aulas da EPM, pelo menos enquanto não terminassem as obras exteriores do Grand Lisboa, o dirigente associativo disse ter sido “demonstrada, mais uma vez, a abertura do Governo para apoiar todas as matérias que dizem respeito à Escola Portuguesa”. Neste momento, Oliveira Paulo defende que o mais importante é garantir “um clima estável” em torno da Escola, para que possam ser preparados os horários e para que seja estruturado todo o plano para o próximo ano lectivo. Mas, para que tal aconteça, é necessário que o dossier da transferência temporária “esteja concluído”, sustentou o presidente da APEP, porque, de outra forma, “a incerteza impede a delineação de qualquer programa curricular, no que diz respeito a horários”, atirou. A hipótese da transferência temporária, pelo menos na opinião da APEP, “parece estar posta de parte”, até porque a DSEJ confirmou que “não tem salas disponíveis” para acolher os estudantes da EPM.