SEM PROPOSTA DEFINITIVA PARA TRANSFERÊNCIA DA EPM
O Governo garantiu não ter decisões definitivas no que concerne ao terreno que irá receber a futura Escola Portuguesa de Macau (EPM). A confirmação foi dada pelo Secretário para os Assuntos Sociais e Cultura, Chui Sai On, durante a reunião que manteve com a Associação de Pais da Escola Portuguesa (APEP) e a Associação ligada ao Templo A-Má. O presidente da APEP, Oliveira Paulo, disse que a proposta apresentada na zona da Barra, ao lado da Escola de Pilotagem e mesmo em frente ao Templo de A-Má, não é definitiva, visto que o próprio Secretário afirmou que o Executivo aguarda pelos estudos de viabilidade para dar seguimento ao processo, tal como o JTM tinha avançado. No último domingo, as duas associações organizaram uma conferência de imprensa conjunta para apresentar o desagrado face à proposta do Governo, que até já tinha sido aprovada pelos administradores da Fundação da Escola Portuguesa. Além das reclamações antigas da APEP, que aponta o dedo à poluição atmosférica e sonora, provocada pela descarga dos contentores na Ponte Cais 5A, ambas as associações chamam a atenção para o impacto que a construção da escola pode ter para o Templo de A-Má, uma vez que pode obstruir a vista aberta do templo para o mar. Na reunião, estiveram ainda presentes o director dos Serviços de Educação e Juventude, Sou Chio Fai, a presidente do Instituto Cultural, Heidi Ho, e o conselheiro das Comunidades Portuguesas, Pereira Coutinho. Segundo Oliveira Paulo, o encontro teve como único pressuposto apresentar as preocupações de ambas as associações.



