LISBOA APROVOU ANTEPROJECTO DA EPM
O anteprojecto das novas instalações da Escola Portuguesa de Macau (EPM) já foi aprovado pelo Ministério da Educação português, disse ao JTM Sales Marques, um dos administradores da Fundação Escola Portuguesa. Na reunião que teve lugar em Portugal, segundo adiantou o mesmo responsável, foi também aprovado o orçamento da EPM. De acordo com Sales Marques ainda não “há ideias concretas de quando poderão arrancar as obras das novas instalações”, existindo, porém, a noção de que o projecto terá início apenas no próximo ano. Este processo foi, aliás, uma das principais matérias em análise na reunião do Conselho de Administração da Fundação Escola Portuguesa, que decorreu na passada semana, em Lisboa. Esta nova ideia vem contrariar as expectativas do presidente da Fundação Oriente, Carlos Monjardino, que se manifestou confiante que a construção do novo edifício poderia arrancar em Dezembro próximo. Referindo-se ao projecto das futuras instalações da EPM, Monjardino adiantou que está prevista a construção de um edifício de quatro pisos, com capacidade para cerca de 900 alunos, mas mostrou algumas reservas quanto ao cumprimento cabal do prazo de um ano apontado para a conclusão das obras. “Nada de racional me leva a dizer que não estará pronta, mas começo a ver que o processo está um pouco atrasado. Mas, talvez se consiga, até porque não é um edifício muito complicado”, disse então o presidente da Fundação Oriente. O processo foi formalmente entregue a Sou Chio Fai, director da DSEJ, por Sales Marques e Lourenço do Rosário, administradores da Fundação Escola Portuguesa, e pelo arquitecto Vicente Bravo, responsável pela construção das novas instalações. Além do parecer da DSEJ, o projecto terá ainda de ser apreciado pelos Serviços de Solos, Obras Públicas e Transportes. Por enquanto, como referiu Sales Marques, ainda não houve nenhuma comunicação por parte da DSEJ, no que toca ao processo das novas instalações da EPM a edificar na Taipa. O custo da escola tem como limite máximo os 80 milhões de patacas e o edifício deverá estar concluído dentro de um ano, de modo a ser utilizado durante o decorrer do ano lectivo de 2006/07.



