Integrada no Festival de Artes para Crianças, a peça de teatro “O Bosque das Maravilhas” vai chamar produtores do Continente e regiões vizinhas. A sessão é promovida pelo IC e visa promover obras originais do sector das artes performativas locais e explorar oportunidades de colaboração

 

A peça de teatro para bebés “O Bosque das Maravilhas”, a quarta obra encomendada no âmbito do projecto “Comissionamento de Produções de Artes Performativas 2024-2026” do Instituto Cultural (IC) será inaugurada a 5 de Agosto, prolongando-se até ao dia 10, no Estúdio I do Centro Cultural (CCM).

Durante a apresentação, o Instituto Cultural (IC) convidará os representantes de várias entidades de produção teatral, teatros e festivais para crianças do Interior da China e regiões vizinhas a deslocarem-se a Macau, com o objectivo de reforçar a cooperação artística e cultural. O encontro visa promover obras originais do sector das artes performativas locais e explorar oportunidades de colaboração.

A “Sessão de Apresentação de Programa Local” terá lugar no CCM no dia 8 de Agosto, pelas 16h30. As inscrições estão abertas a associações ou companhias ligadas às artes performativas, legalmente registadas na RAEM, ou a indivíduos com idade igual ou superior a 18 anos que possuam o Bilhete de Identidade de Residente de Macau. A Sessão será conduzida principalmente em mandarim, sem interpretação, e cada apresentação terá a duração máxima de cinco minutos.

Os interessados podem descarregar o formulário de inscrição na página electrónica do IC, até às 17h00 de 3 de Agosto. A sessão estará também aberta a observadores.

A peça “Bosque das Maravilhas”, integrada na programação do “3º Festival Internacional de Artes para Crianças de Macau”, foi criada pela prolífica produtora local Chan Si Kei e da autoria da percussionista e compositora Yukie Lai, em colaboração com o director musical luxemburguês Jean Bermes e a coreógrafa austríaca Ela Baumann, dando continuidade à exploração da floresta no espectáculo com o mesmo nome.

A exibição teatral apresenta “movimentos de dança ao ritmo de instrumentos artesanais e encantadoras instalações sonoras reveladas numa fascinante paisagem tridimensional”, segundo refere um comunicado do IC. Através da improvisação e interacção física, a peça envolve a visão, audição e o tacto dos bebés, permitindo-lhes descobrir o pulsar da natureza através da brincadeira.

 

V.R.