Na linha do que sucedeu nos últimos anos, a edição de 2018 do Festival “Sound&Image Challenge” está a despertar grande interesse, com a organização a receber já mais de 1.600 filmes
A 9ª edição do “Sound & Image Challenge”, festival que motiva todos os anos produtores locais e internacionais de curtas-metragens e música a competir em Macau, já recebeu pelo menos 27 candidaturas de filmes portugueses.
“Até agora já recebemos 1.604 filmes da Grécia, Egipto, Estados Unidos, Reino Unido, Irão, Portugal, Brasil, etc.”, afirmou à Lusa a coordenadora do Creative Macau, Lúcia Lemos, que organiza o festival.
A coordenadora do espaço cultural, que este ano celebra o 15º ano de existência, anunciou ainda que “um dos directores do festival internacional de Curtas de Vila do Conde, Miguel Dias, vai ser grande júri do Festival”.
Para a competição de curtas, os trabalhos serão recebidos até 16 de Junho, sendo o prazo alargado até 20 de Agosto para os vídeos musicais.
O Festival “Sound & Image Challenge International” divide-se em duas competições: a de curtas-metragens, nas categorias de Ficção, Documentário e Animação, e a vídeos musicais. A estes prémios, a organização decidiu acrescentar este ano novas nomeações: Prémios de melhor director, melhor cinematografia, melhor edição, melhor música, melhor banda sonora, melhores efeitos visuais para a competição de curtas, e de melhor canção e melhores efeitos visuais para a competição de vídeos musicais, que por enquanto não têm valor monetário.
Os trabalhos finalistas vão ser apresentados de 4 a 9 de Dezembro no teatro Dom Pedro V.
Lúcia Lemos fez um balanço muito positivo dos 15 anos do Creative Macau já que foram alcançados todos os objectivos, de “ser uma plataforma e um centro de apoio aos criativos locais”. Este espaço criativo, que conta com mais de 500 membros, dá a possibilidade aos associados de “exporem em grupo, nas exposições colectivas, os seus trabalhos e também podem ser convidados a fazer exposições individuais”, explicou a coordenadora.
Para além dos membros, os alunos da Universidade de São José e do Instituto Politécnico de Macau podem utilizar o espaço para divulgar os seus trabalhos.
Para as celebrações do aniversário do espaço, no dia 28 de Agosto, a coordenadora admitiu que ainda não sabe que trabalhos vai exibir, “mas certamente que vão existir peças de portugueses”.
JTM com Lusa



