Inteligência artificial ao serviço da população

Os robots apresentados pela Seingou podem ser usados para múltiplos propósitos. Para além de terem reconhecimento facial e sistemas de filmagem integrados, podem também servir dois outros propósitos. Conseguem apoiar idosos guardando os seus dados médicos ou activando um sistema de reconhecimento de voz que liga para as autoridades caso alguém peça, por exemplo, por socorro. A sua capacidade de patrulha e de processamento estatístico permite que andem por diversos locais a medir os níveis de poluição atmosférica, PM25 ou de CO2, e armazenem esses dados para futura análise.

 

Electrodomésticos controlados por telemóvel

O uso da tecnologia para facilitar o dia-a-dia da população não é feito apenas de inovações completamente novas. Na MIECF, há panelas onde se pode, por exemplo, cozinhar arroz, e equipamentos como aquecedores ou aspiradores de pó que se diferenciam agora por poder ser controlados à distância. Estes produtos ficam ligados ao “smartphone” e o utilizador pode sair de casa e definir quando iniciar ou desligar qualquer dos dispositivos com um simples toque no telemóvel. Apesar de não ter um impacto directo no ambiente, promove a ideia de “cidade-inteligente”.

 

Película de filme substitui ar-condicionado

Com o tempo a atingir temperaturas extremas e a radiação ultravioleta a ficar mais forte, as películas de filme podem ser colocadas nas janelas dos edifícios para ajudar a proteger da radiação e controlar a temperatura das casas. A sua instalação aumenta a eficiência energética das janelas através da redução de acumulação de calor, enquanto reduz os custos energéticos e a perda de cor prematura de mobília e tapetes. Também consiste numa camada extra de protecção em caso de desastre ambiental como a passagem de um tufão.

 

Sacos biodegradáveis que substituem plástico

O combate ao plástico “normal” persiste, com sacos 100% biodegradáveis como embalagem alternativa. São produzidos a partir de materiais como o milho ou a cana de açúcar e começam a decompor-se ao final de dois anos, quando expostos a níveis certos de luz, calor e humidade. Apesar de parecer plástico verdadeiro pode ser usado, reutilizado, reciclado, e quando descartado não causa danos ao solo, auxiliando inclusivamente à compostagem em campos de aterro. De acordo com a empresa Chun Hing, os sacos “são mais amigos do ambiente do que o papel”.

 

Em busca da qualidade de ar perdida

Alguns produtos apresentados na MIECF visam dar resposta à falta de qualidade de ar através de novos sistemas de filtragem. Este, à base de nano-fibra, é capaz de filtrar partículas PM2.5 e contaminantes transportados pelo ar. A Nanofil também garante que é capaz de remover até 90% de substâncias como o formaldeído, acetona e benzene, controlando os odores das divisões onde o filtro está aplicado. As bactérias também resistem com dificuldade ao sistema, sendo que 99% delas são eliminadas. É no cheiro e no controlo de compostos orgânicos voláteis – gases emitidos por determinados sólidos ou líquidos – que o produto garante diferir dos restantes no mercado.