As autoridades policiais identificaram sete prostitutas em três apartamentos no Iao Hon, numa operação em que não foram detectados vestígios de envolvimento de uma rede. As trabalhadoras do sexo estão em Macau com visto de turista

 

Viviana Chan

 

Uma operação policial na zona do Iao Hon levou à identificação de sete prostitutas em três apartamentos. O porta-voz da Polícia Judiciária (PJ) indicou, porém, que não há indícios de envolvimento de qualquer rede de prostituição.

Oriundas da China, as mulheres, com idades compreendidas entre 34 e 48 anos, encontram-se em Macau com vistos de turista, indicou o mesmo responsável. A mesma operação resultou ainda na identificação de três clientes.

Três mulheres foram inicialmente identificadas devido a um comportamento considerado estranho. Na sua posse tinham preservativos e acabaram por confessar que se prostituíam em Macau. Mais tarde, foram interceptadas mais quatro trabalhadoras do sexo.

A investigação concluiu que as suspeitas arrendavam quartos onde ofereciam diferentes serviços, com preços variáveis a partir de 100 patacas. A PJ acredita que já trabalhavam em Macau pelo menos há dois ou três meses.

 

Roupas furtadas serviam de prendas

Noutro caso, duas mulheres foram detidas por suspeitas de furto. De acordo com o Corpo de Polícia de Segurança Pública, uma loja de roupa na zona dos Três Candeeiros terá sido alvo deste tipo de crime por parte de duas pessoas com 46 e 38 anos de idade. As suspeitas terão levado duas peças de roupa avaliadas em 318 patacas.

A polícia conseguiu identificar as mulheres através do sistema de videovigilância. Ambas confessaram que as peças furtadas tinham sido oferecidas a amigos como prenda. O caso já foi entregue ao Ministério Público.