Mais oportunidades para colaborar com instituições por forma a ajudar os mais desfavorecidos é um dos objectivos traçados pela Sociedade de Abastecimento de Águas de Macau que se tornou, recentemente, parceira da organização internacional Oxfam

 

A Sociedade de Abastecimento de Águas de Macau (SAAM) pretende continuar a apoiar a sociedade e a auxiliar os mais desfavorecidos mediante participação “activa” nos serviços sociais fora do seu horário de trabalho, vincou a empresa em comunicado. Recentemente, tornou-se entidade patrocinadoras de venda de arroz promovida pela Oxfam – confederação de 20 organizações com mais de 3.000 parceiros – tendo posteriormente “instalado stands de venda de caridade nos seus escritórios, angariando fundos consideráveis para a campanha”, vinca a SAAM.

Na qualidade de empresa adquiriu um lote de arroz da Oxfam, apoiando a campanha de várias formas, na “esperança de prestar auxílio aos pequenos agricultores mais vulneráveis na sua luta contra a pobreza e de contribuir para a melhoria das suas vidas”. Sendo que, em Julho, em conjunto com a filial da Oxfam em Macau a SAAM doou ao Centro Pou Lei da Associação de Reabilitação Fu Hong de Macau um total de 350 pacotes de arroz para cobrir as suas necessidades diárias. “No futuro, a SAAM espera ter novas oportunidades para colaborar com outras instituições e promover a comunhão entre a empresa e os mais desfavorecidos”, vinca.

Por outro lado, espera-se estender este tipo de iniciativas filantrópicas dentro da própria empresa. No passado dia 6, a SAAM organizou um “almoço vegetariano requintado para todos os funcionários” confeccionado, entre outros, com “arroz da Oxfam, permitindo aos funcionários desfrutar de cada grão de arroz e sensibilizando os mesmos para o valor dos alimentos e do trabalho árduo dos pequenos agricultores”.

De um modo geral, esta iniciativa “representa um benefício duplo, permitindo apoiar as duas entidades”. “As acções de utilidade pública têm repercussões a longo prazo, devendo estender-se a todo o mundo e não se limitar a Macau”, realça a Sociedade.