Uma responsável do “Hotel Palácio Imperial Beijing” foi absolvida do crime de burla, acusação motivada por ter vendido a agências de viagens quartos do hotel no valor de 230 mil patacas, já depois do hotel ter falido. De acordo com o jornal “Ou Mun”, o caso foi considerado como um conflito comercial. Recorde-se que o hotel localizado na Taipa, antigo “New Century”, entrou em operação em 1992, disponibilizando 500 quartos e 200 mesas de jogo. No início de 2014, o nome foi mudado para o actual. Em Dezembro de 2015, a unidade hoteleira colocou um aviso sobre a suspensão de operação devido à alegada “decoração interior”. A 23 de Julho de 2016, a Direcção dos Serviços de Turismo (DST) selou o hotel, que teve de devolver a licença. Mais tarde, cerca de 20 representantes do sector de turismo criaram uma aliança e processaram a empresa, reivindicando uma indemnização de 99 milhões de patacas, para cobrir prejuízos causados pela alegada burla. A directora da DST indicou que desde o início estava em causa uma questão de cumprimento de contrato, por isso, o problema tinha de ser resolvido através de via jurídica. Segundo o jornal “Ou Mun”, Maria Helena de Senna Fernandes disse que a DST vai acompanhar a situação.
R.C.



