No final de 2017, os “croupiers” auferiam em média 19.850 patacas, reflectindo um aumento anual de 5,4%, indicam dados oficiais

 

A remuneração média – excluindo as participações nos lucros e os prémios –  dos trabalhadores a tempo inteiro do sector das lotarias e outros jogos de aposta situou-se no final de Dezembro em 22.940 patacas, ou seja, mais 4,3% em termos anuais. Já o salário médio dos “croupiers” cifrou-se em 19.850 patacas, uma subida de 5,4%, revelam dados da Direcção dos Serviços de Estatística e Censos (DSEC).

No fim do quarto trimestre do ano passado, o sector das lotarias e outros jogos de aposta empregava 56.634 trabalhadores a tempo inteiro (+1,5%), dos quais 24.453 eram “croupiers” (+1,7%).

Por outro lado, no mesmo período encontravam-se por preencher 460 postos no sector, ou seja, menos 95 face ao final de Dezembro de 2016. A maioria das vagas pertencia aos “empregados administrativos” (49,6%), sendo que 100 destinavam-se a “croupiers”.

Os mesmos dados oficiais apontam para o recrutamento de 1.518 trabalhadores, reflectindo um aumento de 129,3%, face aos 662 registados no quarto trimestre de 2016. Segundo a DSEC, 38,7% das vagas requeriam experiência profissional, 87,4% exigiam habilitações académicas inferiores ou iguais ao ensino secundário complementar, 90,0% requeriam o domínio do Mandarim e 31,1% exigiam o do Inglês.

Quanto à formação profissional, 103.487 participaram em cursos de formação profissional fornecidos pelas empresas do jogo, correspondendo a um aumento de 98,9%, em termos anuais. A maioria participou nos cursos de “comércio e gestão” (58,1%), seguindo-se os cursos de “lotarias e entretenimento” (16,9%). A maior parte dos cursos de formação profissional foi organizada pelas empresas do jogo e o número de participantes destes cursos representou 99,5% do total de formandos.