Com 633 guardas prisionais em funções, os Serviços Correcionais pretendem recrutar mais 71 entre Janeiro e Junho deste ano. Neste momento, a prisão acolhe 1.458 reclusos. A segunda fase da construção da nova prisão deverá terminar em Maio

 

 Rima Cui

 

O Estabelecimento Prisional de Macau conta actualmente com 633 guardas, incluindo 160 estrangeiros e 100 mulheres, indicou o director dos Serviços Correcionais, à margem da Festa de Ano Novo Lunar dos Reclusos. Cheng Fong Meng revelou que, na primeira metade deste ano, pretende recrutar mais 71 guardas prisionais, uma vez que há falta de pessoal, devido à tendência de aumento do número de prisioneiros.

Além disso, revelou que a segunda fase da obra de construção da nova prisão em Ká-Hó ficará concluída em Maio deste ano. A fase seguinte da empreitada vai consistir na construção do edifício administrativo, edifício principal de segurança integrada e salas de descanso de funcionários.

A terceira etapa da obra ainda carece da aprovação de organismos públicos, mas poderá iniciar-se logo depois do término da segunda fase, explicou Cheng Fong Meng.

Até ao final do ano transacto, a prisão acolhia 1.458 reclusos, incluindo 687 da China Continental, representando 47,2% do total, e 414 locais (28%).

De acordo com o director dos Serviços Correcionais, um prisioneiro custa aos fundos públicos cerca de 400 mil patacas por ano. O cálculo foi feito através da divisão dos custos totais da prisão pelo número dos reclusos, método que, segundo garantiu, é usado em vários países e regiões.

A festa de Ano Novo Lunar foi realizada pela organismo em conjunto com a Caritas. Cheng Fong Meng disse que a preparação demorou um ano e o programa incluiu dança do dragão e wushu.