Macau contava no final de Julho com um total de 157.823 trabalhadores não-residentes (TNR), número que representa uma diminuição de 2,8% em relação ao mês anterior, marcado pelo surto epidémico, e uma descida de 7,6% face ao período homólogo de 2021, revelam dados do Corpo de Polícia de Segurança Pública divulgados pela Direcção dos Serviços para os Assuntos Laborais. Em termos absolutos, Macau perdeu 4.568 TNR no espaço de um mês e 12.887 no intervalo de um ano. No final de Julho, o universo de mão-de-obra importada era dominado pelos trabalhadores provenientes da China Continental (108.352), superando largamente mercados como as Filipinas (25.326), Vietname (8.536), Indonésia (4.563), Nepal (2.926), Hong Kong (2.717) e Myanmar (2.196). Segundo os mesmos dados, 23.862 famílias tinham empregados domésticos no período em análise, ou seja, menos 510 do que no final de Junho. Entre os sectores com mais TNR, destacam-se os hotéis e restaurantes (38.336), construção (28.099), actividades imobiliárias e serviços prestados às empresas (22.284) e comércio por grosso e a retalho (19.859).