O português residente em Macau acusado de pedofilia por abusos sexuais dos seus dois filhos biológicos, e que se encontra detido preventivamente há mais de dois anos, viu ser negado provimento ao recurso que tinha feito para o Tribunal de Última Instância, o que significa que vai mesmo ter que cumprir a pena de cinco anos e meio de prisão que lhe tinha sido decretada por anteriores instâncias. Segundo a TRIBUNA DE MACAU apurou, a decisão do Colectivo de três Juízes foi unânime, o que já tinha acontecido na sentença do Tribunal de Base Judicial e no recurso ao Tribunal de Segunda Instância. Fica assim praticamente encerrado um dos mais tristes casos que durante os últimos anos abalou a comunidade portuguesa.