A PSP deteve uma mulher de 20 anos por ter uma folha falsificada no passaporte. Após ter entrado no território, a jovem ficou rapidamente sem dinheiro e dedicou-se à prostituição
Uma jovem de 20 anos foi detida por ter apresentado um passaporte falsificado aos agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP), no decurso de uma operação contra a prostituição desencadeada pelas autoridades em hotéis-casino localizados no centro da cidade. A mulher foi interceptada por suspeitas de angariação de clientes.
Durante a verificação dos documentos, os agentes verificaram que uma das páginas era falsa.
Segundo a PSP, a jovem acabou por contar que, em Abril, encontrou em Zhuhai um panfleto com um número de telefone de alguém que garantia “fazer” passaportes válidos para entrada em Macau. Decidiu telefonar para o número indicado e um homem cobrou-lhe 800 yuans pelo documento.
A jovem veio depois para a RAEM, mas na fronteira apresentou o passaporte verdadeiro.
Após ter ficado sem dinheiro, conheceu uma mulher que lhe ofereceu trabalho como prostituta, declarou ainda, acrescentando que desde então “trabalhava” junto aos casinos do centro da cidade. Acabou por alugar um quarto, tendo para o efeito apresentado o seu passaporte falsificado, uma vez que o “visto” de permanência tinha expirado.
O caso foi encaminhado para o Ministério Público.
Apanhado grupo de cinco carteiristas
Noutro caso, a PSP deteve cinco homens, com idades entre 27 e 40 anos, todos oriundos do Continente, por suspeitas de furto. Os indivíduos estavam na Avenida Infante D. Henrique, quando os agentes de serviço naquela zona verificaram que o grupo se aproximou de forma suspeita de uma mulher. Enquanto um tentava retirar pertences da mala da vítima, os outros encetaram manobras de diversão para que ela não se apercebesse.
No entanto, de repente a mulher voltou-se e os cinco homens começaram a correr, mas foram perseguidos e interceptados pela PSP.
As autoridades encontraram pinças, um guarda-chuva, vários telemóveis e dinheiro na posse dos suspeitos. Mesmo assim, apenas um dos detidos confessou a prática do crime.
S.D.



