Centro de Operações de Protecção Civil activado às 08h00, entra em funcionamento duas horas antes de ser içado o sinal no.8 de tufão
Centro de Operações de Protecção Civil activado às 08h00, entra em funcionamento duas horas antes de ser içado o sinal no.8 de tufão

O Secretário para a Segurança manifestou ontem a intenção de recorrer a mega-dados para reforçar a capacidade de socorro no caso de incidentes repentinos. Há já um plano a curto, médio e longo prazo

 

Para dar melhor resposta no caso de incidentes inesperados, como é o caso das tempestades tropicais, o Executivo vai investir nos mega-dados e em centros de computação em todos os serviços públicos havendo, no entanto, um sistema central responsável pela coordenação.

“Quanto à gestão de incidentes repentinos vamos recorrer a mega-dados para reforçar a capacidade de socorro e restabelecer a ordem pública”, anunciou Wong Sio Chak, destacando que estes trabalhos vão acontecer em três fases.

Já no próximo ano ficará concluída a activação da base de dados. “Agora temos em cada serviço competente um centro de dados. O que queremos é um centro geral”, ligado aos de cada uma das entidades. Esta será a medida mais imediata, explicou o Secretário.

“A médio prazo, em 2020 ou 2021, queremos concluir os trabalhos de aplicação de dados. Em 2022 e 2023, na fase final, vamos adoptar um modelo de trabalho para consolidar os nossos resultados”, acrescentou Wong Sio Chak. Todos os anos serão realizadas reuniões com o objectivo de garantir a execução destas estratégias.

No que à protecção civil e à resposta a desastres, houve deputados a recordar a “corrida” aos bens essenciais antes da passagem do tufão “Mangkhut” em Setembro deste ano, mas para o Secretário que a solução passa pelos Serviços de Economia. “Vamos reforçar a divulgação de informações. Depois do tufão ‘Mangkhut’ temos divulgado informação através dos Serviços de Economia sobre a situação dos produtos. Estamos a desenvolver trabalhos no âmbito do policiamento inteligente”, indicou.

Além disso, Wong Sio Chak assegurou que o Governo já tem definidos os locais para os armazéns de produtos que vão entrar em funcionamento em 2019, depois de “obras de remodelação”.

 

I.A.