Para assinalar o Dia Mundial do Dador de Sangue, os Serviços de Saúde certificou 717 dadores de Macau. O subdirector do organismo reconhece que há “sangue suficiente” para os pacientes mas, ainda assim, a doação deve ser feita de forma regular. Só no ano passado foram recolhidas mais de 23 mil unidades de sangue que ajudaram 3.212 pacientes
No cômputo do ano passado registaram-se mais de 13 mil cidadãos dadores de sangue tendo sido distribuídas 23.542 unidades de sangue a um total de 3.212 pacientes, indicaram os Serviços de Saúde Macau (SSM).
Para assinalar o Dia Mundial do Dador de Sangue, o Centro de Transfusões atribuiu certificação de doações de sangue numa cerimónia que distinguiu 717 dadores que já efectuaram cinco doações este ano. Na ocasião, o subdirector dos SSM, Cheang Seng Ip destacou que embora Macau tenha “sangue suficiente” a verdade é que “devido ao prazo limitado de preservação do sangue” as doações devem ser feitas de forma regular por forma a “proteger a procura de sangue dos pacientes de Macau e prestar serviços médicos de boa qualidade”.
O responsável afirmou ainda que segundo as estatísticas existem pelo menos 40 países onde as doações dependem dos familiares ou de dadores pagos para o efeito. Em 62 países os doadores de sangue são voluntários e não-remunerados.
Ao longo dos anos, o Centro de Transfusões de Sangue tem “envidado esforços” para “garantir a segurança do sangue para uso médico”, realçam os SSM.
O dia 14 de Junho é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o Dia Mundial do Dador de Sangue. Ao celebrar esta efeméride, a OMS visa promover a importância de doação de sangue, bem como estimular o público para participação activa em relação à mesma. Este ano, foi adoptado o lema “diga presente por outra pessoa. Dê Sangue. Partilhe a vida”. “Os Serviços de Saúde desejam que através das respectivas actividades, espalhe o espírito altruísta, para encorajar mais residentes para se juntar às fileiras de doadores de sangue”.



