Entre Novembro de 2025 e Janeiro deste ano, as taxas de desemprego a nível geral e dos residentes da RAEM desceram 0,1 pontos percentuais para 1,7% e 2,2%, respectivamente, em relação ao período anterior (Outubro a Dezembro), informou ontem a Direcção dos Serviços de Estatística e Censos (DSEC). Esta evolução contraria o aumento de 0,1 pontos registado entre Outubro e Dezembro, que assinalou a primeira subida sequencial no espaço de cinco meses. Por outro lado, no período em análise, a taxa de subemprego cresceu 0,2 pontos, fixando-se em 1,7% em termos gerais e 2,2% entre os residentes. De acordo com os dados da DSEC, a população empregada (378.900 indivíduos) baixou 0,1% (menos 400 pessoas), incluindo 288.000 residentes (menos 100), enquanto o universo de desempregados caiu 3,6% para 6.500 (menos 300). A maioria dos desempregados à procura de novo emprego trabalhou anteriormente nos sectores do comércio a retalho e das actividades imobiliárias e serviços prestados às empresas. Os residentes à procura do primeiro emprego correspondiam a 9,2% dos desempregados, menos 1,7 pontos do que no período entre Outubro e Dezembro. O número de residentes subempregados subiu 8,5% para 6.400 (mais 500), sendo que a maioria trabalhava nos ramos dos transportes e armazenagem e das actividades imobiliárias e serviços prestados às empresas. Comparativamente ao período anterior, os trabalhadores dos sectores do jogo (cerca de 70.600), comércio por grosso e a retalho (44.000), hotelaria (31.000) e restauração (20.500) cresceram 0,8%, 0,3%, 1,4% e 0,4%, respectivamente. Em contrapartida, a mão-de-obra na construção diminuiu 4,3% para 21.600 trabalhadores. O inquérito ao emprego excluiu os residentes e não residentes que, apesar de trabalharem em Macau, vivem no exterior, cujo número médio foi calculado em cerca de 109.300 no período em análise. Incluindo esse grupo, a mão-de-obra total englobava 494.800 pessoas.