Devem ser estruturadas soluções para colmatar o défice de sinalizações nas ruas que ajudem os visitantes a conhecer Macau a pé, defenderam estudantes durante uma sessão de diálogo no IFT com a directora dos Serviços de Turismo
As placas de sinalização existentes para orientar os visitantes a percorrer Macau a pé são “insuficientes” pelo que devem ser instaladas, entre outras, mais indicações de rua electrónicas para ajudar a dividir o fluxo de pessoas. As sugestões foram transmitidas durante um encontro no Instituto de Formação Turística entre a directora dos Serviços de Turismo (DST) e cerca de 50 jovens universitários.
De acordo com a DST, alguns estudantes questionaram a responsável pelo Turismo sobre formas de promover mais eficazmente eventos, festividades e museus.
Em resposta, a directora da DST assegurou que o Governo está a promover com “dinamismo” os trabalhos para impulsionar o “turismo inteligente”. Maria Helena de Senna Fernandes espera que no futuro os visitantes possam usar o telemóvel para obter dados sobre os locais que visitam e zonas adjacentes, bem como informações de turismo actualizadas. “Ao mesmo tempo, também pretende receber visitantes com diferentes tipos de interesses, e poder enviar de forma inteligente informações de turismo direccionadas”, acrescentou.
A directora da DST acredita ainda que a melhoria da conveniência dos acessos e transportes, sobretudo com a entrada em funcionamento da Ponte Hong Kong-Zhuhai-Macau, “dará uma grande ajuda” ao sector das convenções e exposições.
Por outro lado, reconheceu que, para acompanhar o “célere ritmo de desenvolvimento e evolução, a indústria turística de Macau precisa no seu todo de envidar mais esforços para assegurar a qualidade, renovação, inovação e transmissão ao nível dos serviços”.



