A Companhia de Corridas de Cavalos está confiante na renovação do contrato de exclusividade para a exploração do Jockey Club. Com o prazo de concessão a terminar na quarta-feira, o director-executivo da empresa, Thomas Li, garante que os preparativos estão na “fase final”
O director-executivo da Companhia de Corridas de Cavalos, Thomas Li, responsável pela concessão de exploração exclusiva do “Jockey Club”, mostrou-se confiante na renovação do contrato de exclusividade – cujo prazo termina na quarta-feira depois de ter sido prorrogado, em Agosto, por seis meses. A penúltima renovação teve a validade de dois anos.
A renovação por meio ano foi contestada pela ANIMA, que questionou a gestão da empresa e as condições em que vivem os cavalos, nomeadamente os já foram retirados das provas.
De acordo com Thomas Li, a concessionária e o Governo têm estado em contacto estreito e os respectivos trabalhos estão na “fase final”. As devidas informações serão divulgadas publicamente e em “tempo oportuno”, disse o director-executivo citado pelo “Ou Mun Tin Toi”.
No início deste mês, a Direcção de Inspecção e Coordenação de Jogos (DICJ) já tinha explicado que estavam em curso trabalhos relacionados com vários sectores prometendo novidades em breve.
Por outro lado, de acordo com Thomas Li, as receitas do “Jockey Club” contabilizadas até este mês atingiram níveis semelhantes às do ano anterior. No futuro, a empresa quer apostar na renovação das cavalariças respondendo, deste modo, às exigências feitas após inspecções ao local. “A exploração do desenvolvimento do Jockey Club vai (…) permitir um desenvolvimento diversificado”, assegurou.
As intenções de melhoria do espaço foram manifestadas já no ano passado apesar dos prejuízos acumulados de 4.073 milhões de patacas registados no fecho de 2016. De acordo com as contas auditadas e aprovadas pela assembleia geral de accionistas, a Companhia registou também um passivo de 1.314 milhões de patacas. O declínio financeiro prolonga-se desde 2005.
C.A./R.C.



