A taxa de inflação manteve, em Maio, a tendência de crescimento fixando-se em 1,96%. As maiores subidas registaram-se nas secções da educação e da saúde

 

Em contínuo crescimento desde o início do ano, a taxa de inflação, voltou a subir em Maio, fixando-se em 1,96%. De acordo com informações da Direcção dos Serviços de Estatística e Censos (DSEC), os maiores aumentos registaram-se nos índices de preços das secções da educação (+4,99%) e da saúde (+4,88%).

No cômputo geral dos cinco primeiros meses do ano, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) cresceu 2,67%, em relação ao mesmo período do ano passado. O IPC de Maio representa uma subida de 2,97% em relação ao mesmo mês de 2017, um crescimento ligeiramente superior ao de Abril (+2,88%).

O crescimento homólogo, em Maio, foi impulsionado, principalmente, pelo aumento dos preços das refeições adquiridas fora de casa, das rendas de casa, das tarifas do parquímetro dos lugares de estacionamento público e dos preços da gasolina, bem como pelo aumento dos preços do vestuário e calçado para senhoras.

Entre as várias secções de bens e serviços, os índices de preços das secções do vestuário e calçado, dos transportes e da saúde ascenderam 6,68%, 6,07% e 4,90%, respectivamente, face a Maio de 2017, porém, o índice de preços da secção das comunicações desceu 7,80%.

Considerando apenas os dados de Maio, o crescimento do IPC foi de 0,37% em relação ao mês anterior. Os índices de preços das secções do vestuário e calçado, da saúde e dos transportes subiram 2,59%, 1,34% e 0,61%, respectivamente, em termos mensais, quer devido ao lançamento do vestuário e calçado de Verão para senhoras, quer devido à subida dos preços dos serviços de internamento hospitalar e de consultas externas, bem como dos preços da gasolina.