O Instituto Cultural defendeu ontem a necessidade das visitas oficiais ao exterior referindo que algumas são de curta duração, para “absorver experiências”, e outras estão relacionadas com intercâmbios decorrentes de convites
Começando por referir que a decisão de publicar os dados sobre as visitas oficiais tem como objectivo permitir à população conhecer melhor as tarefas do Governo, o Instituto Cultural (IC) sublinhou que há algumas visitas de curta duração como as deslocações ao Festival de Artes de Hong Kong. Estas actividades têm como objectivo “absorver experiências” artísticas das regiões vizinhas, “aprendendo com magníficos espectáculos com vista a trazer mais actuações excelentes ao público de Macau”.
Ao mesmo tempo, “há actividades de intercâmbio decorrentes de convites feitos a funcionários do IC por entidades organizadoras como seminários e partilhas, promovendo canais de ligação e de comunicação entre as indústrias culturais de todo o mundo e o Instituto Cultural”.
Através destas iniciativas “pretende-se divulgar o desenvolvimento das indústrias culturais e das artes”. Nesse sentido, “estas actividades têm um papel fundamental na interligação entre actuações artísticas, culturais e criativas e a gestão de arquivos”.
Conforme avançou o Jornal TRIBUNA DE MACAU o IC foi o organismo público que mais visitas oficiais fez nos quatro primeiros meses do ano. Ao todo, foram 21 viagens. A última registada, decorreu entre 14 e 20 de Abril, e teve como destino Hangzhou, na China Continental, envolvendo uma visita de estudo de intercâmbio sobre indústrias culturais e criativas para jovens entre a China, Hong Kong e Macau, para os quais foram destacados 13 funcionários.



