Dentro de dois anos a Galaxy espera ter duplicado o espaço do seu “resort” no COTAI, incluindo a área de jogo. A operadora reconhece que a competição será cada vez mais feroz, mas acredita que as rivais pisam uma arena mais saudável

 

Fátima Almeida

 

Numa altura em que todas as operadoras de jogo disputam um pedaço do COTAI, a competição está “mais forte”, mas também “mais saudável”, acredita a Galaxy Macau. A empresa tem em marcha o projecto de expansão da segunda fase do “resort”, que deverá ficar concluído dentro dos prazos previstos.

“Está tudo a correr como planeado para que seja possível concluir este projecto até meados de 2015”, disse ao JTM o vice-presidente das relações públicas da Galaxy Macau. “Nessa altura haverá mais dois hotéis de alta classe e teremos basicamente o dobro do espaço, ou seja, um milhão de metros quadrados. Tudo será mais amplo, incluindo a área de jogo. As facilidades ao nível dos bancos serão também expandidas”, especificou Buddy Lam.

A Galaxy Macau irá ainda ganhar em termos de espaço após a compra do Grand Waldo, uma aquisição recente avaliada em 3,35 mil milhões de dólares de Hong Kong. Para já, a operadora diz ainda ser cedo para desvendar os projectos que serão desenvolvidos no hotel, cujo casino já era gerido através da licença detida pela Galaxy.

“Adquirimos o Grand Waldo apenas há duas semanas, por isso, é muito cedo para dizer o que estamos a planear para aquele espaço, mas claro que temos algumas ideias e planos entusiasmantes que poderemos partilhar mais tarde”, disse o mesmo responsável. “O Grand Waldo está localizado junto ao Galaxy Macau e já tem casino, hotel e restaurantes. A localização estratégica é muito boa”, acrescentou.

Buddy Lam prestou declarações à margem da distribuição de cabazes na Loja Social da Santa Casa da Misericórdia (ver página 7), durante a qual a operadora entregou um cheque de 200 mil patacas para ajudar neste programa. A operar há mais de 10 anos em Macau, a Galaxy diz que apoiar as causas locais faz parte do seu dever.

“Actualmente temos mais de 16.000 trabalhadores e a maioria é local, por isso, somos parte de Macau e é a nossa responsabilidade participar em actividades como esta, que são significativas”, disse Buddy Lam. “À parte da contribuição financeira, os nossos voluntários também estão felizes por contribuir, distribuindo os cabazes e falando com as pessoas mais velhas”, acrescentou.