Wu Zhiliang, Presidente do Conselho de Administração da Fundação Macau e todos os representantes da comunicação social
Wu Zhiliang, Presidente do Conselho de Administração da Fundação Macau e todos os representantes da comunicação social

Ao longo do ano passado, a Fundação Macau atribuiu subsídios no montante total de 1.100 milhões de patacas para apoiar 2.200 acções, indicou o presidente do organismo. A maior parte foi canalizada para o sector da educação e investigação

 

Num almoço convívio com meios da comunicação locais, Wu Zhiliang frisou que “2017 foi um ano pleno de desafios e oportunidades” para a presidente da Fundação Macau (FM), que atentou à implementação das Linhas de Acção Governativa e às necessidades dos cidadãos. Segundo o presidente da FM, o organismo continuou a apoiar as associações na promoção do desenvolvimento de Macau, concedendo 1.100 milhões de patacas para apoiar mais de 2.200 acções. A maior parte do apoio (44%) foi atribuído no âmbito de acções de educação e investigação, seguindo-se serviços de assistência social (15%) e actividades de caridade e voluntariado (11%). O valor destinado a bolsas de estudo atingiu 74 milhões.

Referindo-se ao tufão “Hato”, Wu Zhiliang frisou que a “desgraça natural fez vir ao de cima o espírito de entreajuda e solidariedade”. Em concreto, a Fundação recolheu cerca de 200 mil garrafas de água potável para distribuir pelos residentes e distribuiu 494 milhões de patacas em subsídios referentes ao projecto de ajuda especial aos prejuízos do tufão.

Relativamente ao subsídio de restauração residencial, registaram-se 6.344 pedidos, tendo sido concluída a análise de 70%. Os restantes (1.920) estão pendentes devido a dúvidas relativas à legalidade e complexidade das obras a executar. Por outro lado, 28% dos pedidos não incluíam todos documentos necessários.

No âmbito do “Programa Mil Talentos”, que entrou no segundo ano, organizaram-se 34 excursões à China Continental e foi criada a União Mil Talentos, que visa dar aos jovens uma plataforma de aprendizagem e troca de conhecimentos.

Também em 2017, foi criado o Conselho de História e Cultura, dedicado à divulgação, investigação e edição de livros, tendo sido também formados 117 Embaixadores da História e Cultura. A instituição realizou exposições, espectáculo e seminários e publicou 14 livros e edições periódicas. Além disso, continuou a desenvolver o “projecto Memórias de Macau d a “Colectânea das Crónicas das 10 Artes e Cultura Chinesa – Tomos de Macau.

 

L.F.