Nos primeiros quatro meses, Macau recebeu 2,88 milhões de excursionistas, reflectindo uma subida de um quinto. Por outro lado, no primeiro trimestre, caiu o número de reuniões e conferências mas subiu o universo de participantes
Entre Janeiro e Abril, 2,88 milhões de excursionistas visitaram a RAEM, mais 20,1% face ao mesmo período de 2017, revelaram os Serviços de Estatística e Censos (DSEC). Só em Abril, chegaram 757 mil pessoas em excursões, número que representa um crescimento anual de 12,9% e mensal de 6,2%. A principal fonte de excursionistas continua a ser a China Continental (596.000), apresentando um aumento anual de 12,2%%. Já os mercados da Coreia do Sul e Taiwan cresceram 27,8% e 57,5%.
No mesmo mês, viajaram para o exterior através de agências de viagens 120 mil residentes (mais 8,1%), porém, os excursionistas residentes diminuíram 8,9%. Até Abril, 501 mil residentes (mais 12,6%) rumaram ao exterior com recurso a agências de viagens.
Relativamente à capacidade hoteleira, no final de Abril o território tinha 115 hotéis e pensões em actividade (+8, em termos anuais), com 39 mil quartos. Nos quatro primeiros meses, o número de hóspedes subiu 8,8% para 4.518.000 e a taxa de ocupação média avançou 4,7 pontos para 88,9%.
MICE com menos eventos mas mais participantes
A DSEC divulgou também informações sobre o sector MICE, indicando que no primeiro trimestre realizaram-se 328 reuniões, conferências, exposições e eventos de incentivo com 278 mil participantes e visitantes, bem como 10 exposições e 4 eventos de incentivo.
Entre Janeiro e Março, realizaram-se 314 reuniões e conferências, menos 30 do que um ano antes, devido à diminuição do número destes eventos (35) com um escalão inferior a 100 indivíduos. No entanto, o número de participantes cresceu 31,5% para 71.000.
A duração média das reuniões e conferências foi de 1,5 dias, tendo diminuído ligeiramente 0,2 dias.
De acordo com as entidades organizadoras das 10 exposições, no primeiro trimestre as receitas e despesas cifraram-se em 7,32 milhões e 7,95 milhões de patacas, respectivamente. Refira-se que 78% das receitas eram provenientes do “aluguer das cabinas das exposições” e 21,9% dos “subsídios concedidos pelo Governo e por outras instituições”.
L.F.



