Um segurança de um casino, polícia reformado da RAEHK, foi detido por suspeitas de burla. Terá exigido dinheiro a uma hóspede do hotel onde trabalha para, supostamente subornar a PJ, pelo facto do namorado da mulher estar envolvido num caso ligado a drogas

 

Viviana Chan

 

O director da segurança de um casino na RAEM foi detido por alegada burla. O homem, de 60 anos, reformado da polícia de Hong Kong, terá pedido à namorada de um suspeito num caso de droga que lhe pagasse 200 mil dólares de Hong Kong para subornar a Polícia Judiciária (PJ).

O caso ocorreu na sequência da detenção do namorado da vítima. O segurança do hotel terá entrado no quarto depois de a polícia sair para tentar convencer a vítima a pagar pela libertação do companheiro.

De acordo com o “Exmoo News”, a vítima acreditou e retirou o dinheiro do cofre do quarto. Mais tarde, o suspeito terá voltado ao local para pedir mais 100 mil dólares de Hong Kong. Só então um amigo da mulher a aconselhou a ter cuidado, o que a levou a chamar a polícia.

Noutro caso, a PJ deteve três homens de Hong Kong com idades entre os 24 e os 37 anos, envolvidos em dois casos de droga. No primeiro, dois homens foram interceptados quando entregavam droga no Parque Central da Taipa, pelas 21:00 de segunda-feira. Um dos detidos estava na posse de 2,1 gramas de cocaína. No quarto onde estava hospedado foram encontrados outros estupefacientes.

As autoridades interceptaram também um jovem de 24 anos na madrugada de ontem, na Avenida de Horta e Costa. No quarto de hotel onde se encontrava foi detectada cocaína avaliada em 85.000 dólares de Hong Kong. O suspeito admitiu ter sido contratado para traficar estupefacientes e aceitou fazê-lo para sustentar a família.

 

Furto de MacauPass originou queixa

Uma residente apresentou queixa por furto de MacauPass, desconfiando de um trabalhador de uma oficina onde arranjava o seu veículo. O suspeito, de nacionalidade filipina, admitiu que viu o MacauPass dentro de veículo e usou-o para fazer compras no supermercado e apanhar autocarro.

A lesada conseguiu aperceber-se do furto através de uma aplicação de telemóvel que está ligada às transacções. O caso originou um prejuízo de 214,3 patacas.

 

Sete ilegais vieram de barco

Sete pessoas do Continente foram detidas por entrada ilegal. Um dos indivíduos conduz barcos e é considerado o responsável pelo esquema. Os Serviços de Alfândega receberam uma denúncia sobre uma alegada entrada ilegal na Barra, junto da Escola Pilotagem, e acabaram por deter quatro homens no barco, e outros dois e uma mulher na rua.