O Pavilhão do Fórum recebeu o derradeiro espectáculo integrado no “Festival Juvenil Internacional de Dança”, que decorreu durante seis dias consecutivos. Cerca de 1.300 pessoas assistiram ao evento de encerramento, que contou com a actuação de 11 grupos de diversos países ou regiões
O espectáculo de encerramento do “Festival Juvenil Internacional de Dança 2026”, organizado pela Direcção dos Serviços de Educação e de Desenvolvimento da Juventude (DSEDJ), foi presenciado por cerca de 1.300 pessoas, que preencheram uma boa parte das bancadas do Fórum de Macau.
A exibição arrancou com uma dança protagonizada por jovens bailarinos, os quais “evidenciaram o espírito de diversidade e inclusão da juventude”, segundo refere um comunicado da DSEDJ. Seguiu-se a actuação de 11 grupos de dança juvenil provenientes da Grécia, Turquia, Tailândia, Singapura, Austrália, Interior da China, Hong Kong e Macau, que apresentaram uma “vibrante experiência audiovisual, aliada ao fascínio étnico e energia moderna com ritmos envolventes”, diz a nota da organização.
O evento contou ainda com uma transmissão ao vivo na página do festival e no Facebook, permitindo ao público em geral “testemunhar a união destes jovens em Macau para, com entusiasmo e dinamismo, contarem bem as histórias da RAEM ao mundo através da arte da dança”, menciona a DSEDJ.
Assistiram ao espectáculo, entre outros, a Secretária para os Assuntos Sociais e Cultura, O Lam, e o subchefe do Departamento de Educação e Juventude do Gabinete de Ligação do Governo Popular Central na RAEM, Shi Shuzheng.
O texto de balanço do festival salienta que este evento internacional de juventude, com uma história de quase quatro décadas, “contou com o carinho dos jovens bailarinos e espectadores”, demonstrando a “vantagem institucional de Macau” sob o princípio “Um País, Dois Sistemas”.
A DSEDJ diz que, em articulação com a concretização do posicionamento de desenvolvimento de “um Centro, uma Plataforma e uma Base” por parte do Governo, o evento contribuiu para reforçar a imagem do território como “Cidade de Espectáculos” e, ao mesmo tempo, criar uma plataforma de “convívio através da dança” para os jovens, incentivando-os a estabelecer laços de amizade e alargar os seus horizontes no intercâmbio artístico.
Esta edição do festival de dança realizou-se entre os dias 18 e 23 de Julho, através de vários programas, nomeadamente, desfile, espectáculos em recinto coberto e ao ar livre, workshop de actuação artística, entre outros.
Ainda no certame deste ano, realizaram-se, pela primeira vez, espectáculos flashmob na Zona de Cooperação Aprofundada em Hengqin, o que permitiu aos dançarinos internacionais entrar na Ilha de Hengqin, aproveitando, “desta forma, pontos fortes únicos de Macau em termos da conectividade tanto com o Continente como com o resto do mundo, contribuindo para o desenvolvimento integrado cultural de Macau e Hengqin”, conclui a DSEDJ.
Além disso, a entidade organizadora programou um passeio cultural para os jovens participantes, que lhes permitiu experienciar, pessoalmente, o encanto urbano de Macau como “Base de Intercâmbio e Cooperação para a Promoção da Coexistência Multicultural, com Predominância da Cultura Chinesa”.
V.R.



