O Festival de Artes e Cultura entre a China e os Países de Língua Portuguesa arrancou em força, incluindo um serão com muita música chinesa e lusófona. No jantar oficial, Alexis Tam afirmou que o festival “inicia em conjunto, um novo marco no intercâmbio cultural e artístico” entre as partes, podendo ser escrito um novo capítulo

 

Com o arranque do “Encontro em Macau – Festival de Artes e Cultura entre a China e os Países de Língua Portuguesa”, realizou-se também o serão de espectáculos no Centro Cultural de Macau. No jantar para convidados, artistas participantes e pessoal da coordenação, o Secretário para os Assuntos Sociais e Cultura referiu que o evento marca o estabelecimento oficial do mecanismo de cooperação e intercâmbio artístico e cultural entre as duas partes em Macau e irá contribuir mais em prol da ligação entre os povos e da cooperação no desenvolvimento entre os países.

Além disso, sendo Macau classificado pela UNESCO, demonstrando a diversidade cultural e a sua criatividade ilimitada, Alexis Tam incentivou os convidados a experienciarem a cidade e agradeceu a sua participação, esperando que se tenha iniciado “em conjunto um novo marco no intercâmbio cultural e artístico entre a China e os Países de Língua Portuguesa” e se possa redigir um novo capítulo na trajectória deste intercâmbio.

O serão incluiu um espectáculo com artistas da Província de Gansu, que apresentaram música e dança com elementos do seu património cultural intangível. O grupo musical português Galandum Galundaina trouxe a palco melodias antigas portuguesas, enquanto músicos angolanos e cabo-verdianos levaram o público numa viagem imaginária ao continente africano.

No palco houve ainda espaço para actuações de canto e  dança tradicional da Guiné-Bissau, Moçambique e Timor-Leste, do Brasil e de São Tomé e Príncipe.

O público também teve a oportunidade de ficar maravilhado com imagens desses países.

 

L.F.