No primeiro semestre, o novo limite do crédito aprovado às Pequenas e Médias Empresas (PME) pelos bancos de Macau registou uma quebra de 18,4% em relação ao segundo semestre do ano passado, fixando-se em 10,6 mil milhões de patacas. Em termos de variação homóloga, o decréscimo foi de 16,1%. Dados da Autoridade Monetária de Macau (AMCM) mostram que no final de Junho, o balanço utilizado do total dos empréstimos concedidos às PME atingiu 81,9 mil milhões, mais 5,7% quando comparado com o fim de 2017 e mais 12,6% face ao período homólogo do ano anterior. Em comparação com o segundo semestre de 2017, os empréstimos concedidos às PME dos sectores “restaurantes, hotéis e similares”, “construção e obras públicas” e “tecnologia da informação” aumentaram 64,1%, 10,9% e 10,3% respectivamente. A AMCM destaca que apenas o sector dos “transportes, armazéns e comunicações” registou um decréscimo de 0,4%. No final de Junho, o balanço relativo aos empréstimos em dívidas não pagas pelas PME aumentaram 10,8% nos últimos seis meses para 578,5 ,milhões, o que reflecte uma subida de 12,5% e, relação ao período homólogo.



