Violência Doméstica

A presidente do Instituto de Acção Social garantiu que no próximo ano, e em linha com o vigente na lei, será divulgado o relatório sobre a aplicação da Lei de Combate à Violência Doméstica, em vigor desde 2016. Em relação ao registo central e o processo judicial, Celeste Vong disse que é “preciso tempo” para haver números, pois é necessário recolher “provas”. “Temos uma boa segurança para enfrentar os trabalhos de combate da violência doméstica”, apontou.

 

Tabagismo

Para o deputado Leong Sun Iok, deveria ser ponderada a instalação de sensores de nicotina como forma de fiscalizar a aplicação da Lei de Controlo e Prevenção do Tabagismo pelos casinos. Em todo o caso, o director dos Serviços de Saúde aproveitou para referir que, entre Janeiro e Outubro, foram registadas mais de 1.400 infracções à lei nos casinos, com 85% dos casos a envolverem visitantes.
Serviços sociais

Os apoios para o desenvolvimento dos serviços sociais aumentou 2%, disse Celeste Vong. A presidente do IAS disse estar constantemente à procura de medidas para aumentar a oferta dos serviços sociais e em articulação com o mercado para analisar de forma “adequada” uma possível revisão aos apoios concedidos a essas empresas sociais. “Há flexibilidade e respeitamos muito a autonomia das empresas. Estamos a fiscalizar a utilização do erário público e incentivamos essas empresas a fazer a concepção da garantia de aposentação e promoção da formação”, indicou.

 

Suicídio

Interpelado sobre os trabalhos de prevenção do suicídio, o Secretário Alexis Tam mostrou-se certo de que o trabalho realizado tem alcançado “sucesso”. “O IAS tem a linha aberta 24 horas, coopera com as várias associações, nomeadamente a Caritas Macau e os Serviços de Saúde para ajudar a aliviar os jovens [da pressão] e a não cometerem suicídio”, notou. De notar que nos primeiros nove meses do ano foram registados 50 suicídios, menos 3,8% face a igual período do ano passado.

 

Aposta no “e-sport” 

O desporto electrónico (“e-sport”) deve ser, para Angela Leong, uma aposta a seguir. E, de acordo com o Secretário, apesar de ser “importante sensibilizar os pais” sobre este tipo de jogos, “não faltará muito tempo para que se torne numa modalidade competitiva”. “Posso considerar o ‘e-sport’ como uma indústria criativa ou actividade recreativa”, disse Alexis Tam. O governante entende mesmo que tal deverá “tornar-se numa competição internacional que exige conhecimentos de alta tecnologia”. “O ‘e-sport’  não é um monstro. Devemos envidar alta atenção para regular este desporto”, acrescentou.