Mais de 65 representantes de 31 organizações e empresas do Interior da China e de Macau integram uma delegação oficial que viajou para a Tailândia e Myanmar para procurar captar investimento na área das infra-estruturas
Empresários do Interior da China e de Macau integram, desde ontem, uma delegação organizada pelo Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM) e pela Associação dos Construtores Civis Internacionais da China. Até ao dia 18, o grupo visitará Myanmar e Tailândia, com o intuito de captar “investimento na área de infraestruturas”, referiu o IPIM, em comunicado.
Durante a estadia nos dois países, a delegação participará em vários seminários sobre a situação do mercado, estando também agendadas visitas a organismos governamentais e a diversos projectos-chave de infraestrutura.
Segundo o IPIM, a iniciativa enquadra-se no âmbito do 9º Fórum Internacional sobre o Investimento e Construção de Infraestruturas (IIICF, na sigla inglesa) que teve lugar em Junho.
A delegação é liderada pela vice-presidente da CHINCA, Yu Xiaohong e pelo vogal executivo do IPIM, Sam Lei, envolvendo “mais de 65 representantes de 31 organizações e empresas do Interior da China e de Macau, provenientes de diversos sectores, incluindo arquitectura, engenharia e serviços financeiros, entre outros”. Impulsionar a “compreensão mútua entre as empresas do Interior da China e de Macau e as suas congéneres nos países abrangidos pela iniciativa Uma Faixa e Uma Rota”, referiu o Instituto.
Neste contexto, está previsto “o intercâmbio com as empresas chinesas estabelecidas nos referidos países, de modo a aprender e partilhar experiências na exploração de negócios” .
Segundo o Índice de Desenvolvimento de Infraestruturas dos Países abrangido por Uma Faixa, Uma Rota, continua a “verificar-se um forte impulso de desenvolvimento na região do Sudeste Asiático, estando Myanmar e Tailândia posicionados no topo do ranking daquele índice, o que demonstra o favorável ambiente de desenvolvimento e tendência de desenvolvimento prevalecentes naqueles países”, frisa o IPIM.



