A “nossa” cimeira de líderes – I

Uma das duplas mais conhecidas do mundo passou pelo território, percorreu as ruas do Centro Histórico e, claro, criou o alarido que seria de esperar. Enquanto o mundo inteiro se focava cada vez mais na cimeira que Donald Trump e Kim Jong-un planeavam realizar a 12 de Junho em Singapura, Macau “antecipou-se” à Cidade-Estado ao acolher um inusitado encontro entre os imitadores dos líderes dos Estados Unidos e Coreia do Norte.

 

A “nossa” cimeira de líderes – II

Depois de já terem dado nas vistas nos últimos Jogos Olímpicos de Inverno, na Coreia do Sul, onde embaraçaram as “cheerleaders” norte-coreanas, o artista Howard, australiano residente em Hong Kong que vestiu o tradicional uniforme de Kim, e o norte-americano Dennis Alan, com o característico boné e bronzeado intenso de Trump, aproveitaram ainda o passeio por Macau para participar num encontro trilateral, porventura inspirados pelo ambiente harmonioso. É que da Polónia chegou Slawomir, sósia do Presidente russo Vladimir Putin e eventual moderador de um diálogo que até há pouco tempo parecia impensável.

 

A “nossa” cimeira de líderes – III

A dupla de imitadores também concedeu uma entrevista ao canal inglês da TDM, onde disse que a cimeira de Singapura foi inspirada na sua passagem pelos Jogos Olímpicos de Inverno em Pyeongchang, de onde foram expulsos. Em Macau, passearam de mãos dadas, mas esboçaram um desentendimento quando chegaram às Ruínas de São Paulo. Quem sabe se não terá um prenúncio do cancelamento do encontro entre os verdadeiros líderes, ontem anunciado em Washington por Donald Trump, que se cansou da “raiva” e “hostilidade” de Kim Jong-un.

 

Fujian provou comida macaense

A convite do Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau e da Direcção dos Serviços de Turismo, as confreiras Neta Manhão e Rita Cabral, acompanhas pelas ajudantes Fina e Fátima, estiveram em Fuzhou, capital da Província de Fujian, para promover a gastronomia macaense na “Macao Dynamic Business & Trade Fair”. A iniciativa, que decorreu entre 15 e 18 Maio, traduziu-se num “enorme sucesso”, garante o presidente da Confraria da Gastronomia Macaense, Luís Machado. Além de terem concedido muitas entrevistas, as confreiras fizeram demonstrações da culinária macaense ao vivo na Feira.

 

Grand Lisboa no top dos “edifícios estranhos” – I

A plataforma “online” ligada às viagens “Lonely Planet” publicou recentemente um artigo dedicado aos edifícios com uma arquitectura fora do comum. O Grand Lisboa está incluído na lista dos 10 mais estranhos do mundo. “Quando viajamos, por norma, queremos ver edifícios porque eles são intrigantes: são bonitos, símbolos da sua época e emblemas da determinação humana”, refere o “site”.

 

Grand Lisboa no top dos “edifícios estranhos” – II

No primeiro lugar do “top” surge a “Hang Nga guesthouse”, no Vietname. Sobre o design deste edifício o “Lonely Planet” salienta uma união estranha entre Gaudí e Tolkien. Na segunda posição surge o Grand Lisboa. “Uma torre dourada em forma de flor de lótus, o Grand Lisboa tornou-se um marco para as pessoas que passeiam pelas ruas de Macau”, reconhece por outro lado o site, a propósito do imponente edifício em forma de flor de lótus e com uma base oval que foi inaugurado por fases entre Fevereiro de 2007 e Dezembro do ano seguinte.

 

Em Outubro de 1989, Macau acolheu o 7º Congresso da Associação Internacional de Juízes, subordinado ao tema “O papel e a posição do juiz na sociedade moderna”. Mais de 100 magistrados participaram no evento que também proporcionou momentos de convívio, com a Professora Gabriel Leal de Carvalho e o Dr. Luís Mendonça de Freitas a mostrarem dotes de fadistas sob a batuta do Juiz Salvador Figueiredo.

 

Expo 98 fez 20 anos e Macau também esteve lá – I

A Exposição Mundial de Lisboa de 1998 comemorou na passada terça-feira 20 anos desde a sua inauguração. Para recordar o evento, que atraiu cerca de 11 milhões de visitantes durante quase quatro meses, a imprensa portuguesa fez esta semana uma cobertura noticiosa especial, que incluiu vastas galerias de fotos. No site da TSF estão pelo menos cinco imagens ligadas a Macau, que nessa altura estava quase em “vésperas” da transição de soberania.

 

Expo 98 fez 20 anos e Macau também esteve lá – II

O Pavilhão de Macau destacou-se pela recriação da fachada das Ruínas de São Paulo com 18 metros de altura. O pavilhão tinha 2.000 metros quadrados e no seu interior uma réplica de um jardim chinesa e outra do antigo Leal Senado, agora edifício do IACM, e claro, a calçada portuguesa. Além disso, foi organizado o Dia de Honra de Macau com direito a fogo de artifício sobre o Rio Tejo. Nesta ocasião, Rui Veloso e a banda Delfins actuaram no palco “Promenade” com a Orquestra Chinesa de Macau, dirigida pelo maestro Wong Kin Wai.

 

Expo 98 fez 20 anos e Macau também esteve lá – III

Fica ainda para a memória a passagem magnífica pelo Rio Tejo da Lorcha, agora a ser desmantelada em Portimão, acompanhada por Barcos-Dragão que participaram em regatas. Além disso, o dia de destaque de Macau também foi assinalado com a integração no cortejo diário de um dragão chinês manobrado por 80 elementos e de uma “dança do leão” com seis exemplares. A última Expo Mundial do século XX assinalou o 500º aniversário da descoberta do Caminho Marítimo para a Índia e teve como tema “Os Oceanos, Um Património para o Futuro”. O coordenador do secretariado executivo da “Presença de Macau na EXPO-98” foi o coronel Luís Sobral.

 

Capacetes policiais ou objecto de massagem? – I

Parecem estar a chegar ao território encomendas com novos capacetes para o Corpo de Polícia de Segurança Pública. Entre a “onda securitária” que o Secretário para a Segurança, Wong Sio Chak, parece estar a promover e a decisão de investir em robots para ajudarem os Serviços de Turismo dirigidos por Helena de Senna Fernandes, parece que os responsáveis uniram esforços para aproximar a ficção científica da realidade e tornar as forças policiais numa espécie de “robocops 2.0”. Quiçá, o tom cinzento brilhante até poderá ofuscar as ideias de alguns activistas…

 

Capacetes policiais ou objecto de massagem? – II

Apesar do potencial destes capacetes para as forças de segurança, a empresa decidiu investir na criatividade e publicitá-los antes como um produto de lazer. Garantem que este capacete faz massagens, que constituem uma forma de lazer de topo, e que é um instrumento fundamental para ajudar a dormir. No entanto, exceptuando quem tenha uma estranha preferência por dormir de pé, o prometido conforto de dormir com um capacete é, no mínimo, duvidoso. Para afastar dúvidas, talvez seja melhor testar o capacete para verificar se é esse o propósito real do produto.

 

McDonald’s por toda a cidade – I

A sucursal da McDonald’s em Macau começou recentemente a apostar no mundo da Internet, fazendo publicidade “online” para apelar aos “gostos” e “seguidores” na sua página do Facebook. Para despertar a atenção, a cadeia de “fast-food” publicou uma imagem bastante interessante, onde combina de forma curiosa os elementos da McDonald’s com monumentos conhecidos de Macau, criando um cenário colorido e harmonioso.

 

McDonald’s por toda a cidade – II

Nesta pintura, atrás de uma colina verde, está erguida uma placa que indica o nome da “sua” rua em azulejo, bem ao estilo da toponímia local. Além disso, o autor da ilustração introduziu na imagem um barco a navegar, mas carregando uma pirâmide de hambúrgueres e outra composta por batatas fritas. Já ao lado das célebres Ruínas de São Paulo, destacam-se duas “torres”, uma de um copo de Coca-Cola e outra, ainda mais alta, de um mega-hambúrguer… ambas com potencial para violar os limites da altura no Centro Histórico.

 

Um “brinde” às relações sino-lusófonas – I

A China é o segundo maior mercado do conglomerado português de bebidas Super Bock Group. Em 2016, as exportações para o Continente chinês representaram 40% da totalidade, provando o enorme potencial deste mercado para a empresa. E, nesta lógica, o grupo está também dedicado em ser parte integrante da iniciativa “Uma Faixa, Uma Rota”.

 

Um “brinde” às relações sino-lusófonas – I

Recentemente, a Super Bock Macau levou a marca até Fuzhou para participar numa feira de negócios e promoção de investimentos com grande foco no incremento das relações entre a China e os países de Língua Portuguesa, no âmbito da iniciativa “Uma Faixa, Uma Rota”. O grupo diz-se “satisfeito” por cooperar com o Governo de Macau garantindo que irá continuar a incentivar negócios entre a China e empresa lusófonas. É caso para dizer que, com ou sem cerveja, a marca está disposta a brindar por mais e melhores laços sino-lusófonos…