Museu a precisar de reparações – I

Inaugurado a 1 de Março de 2006, o Museu das Comunicações é um espaço muito interessante pelo seu carácter experimental e interactivo, susceptível de cativar a população em geral e os estudantes em particular. Segundo os CTT, só no ano passado o Museu recebeu 35.298 pessoas, maioritariamente integradas em grupos escolares ou de organizações, que participaram em visitas guiadas, workshops ou cursos de electrónica.

 

Museu a precisar de reparações – II

Se as áreas instaladas no Museu fazem de facto jus ao seu lema – “Ousar Experimentar, Ousar Descobrir” – o exterior do edifício já conheceu dias melhores. De passagem pela zona, FONTE LIMPA verificou que, numa zona lateral, desapareceram várias placas de revestimento e duas delas ameaçam ter o mesmo destino, para já evitado… com fita adesiva. Com a temporada dos tufões à porta, talvez seja boa altura para “ousar” reparar. Até lá, esperemos que a fita adesiva seja suficiente para evitar mazelas nalgum transeunte mais distraído…

 

“Pontapé” aos aditivos alimentares – I

Hoje em dia, beber “Bubble Tea” é um hábito seguido por muitos habitantes da Ásia. Em Macau, há cada vez locais de venda com origem em Taiwan e de estilos distintos. À medida que a concorrência vai aumentando, os estabelecimentos procuram demarcar-se uns dos outros e pouco a pouco subir os preços. Para além de quase todos seguirem a “onda” da “cobertura de creme”, muitos oferecem creme de sabores de bolo, pudim, gelado e até serradura.

 

“Pontapé” aos aditivos alimentares – II

Apesar disso, há clientes que preferem apreciar a delícia e manter mais vida saudável. Tal vê-se pelos pedidos frequentes aos empregados para retirar o açúcar ou adicionar apenas 30%. Tendo em conta essa tendência, uma loja colocou um cartaz publicitário de uma mulher com vestuário desportivo a pontapear os aditivos alimentares. Na sola do sapato, está escrito o slogan “firmemente não”. “Não tem frutose, não tem creme sem leite, não tem sumo concentrado” são promessas da loja.

 

“Comboio de Macau” corre

entre Lisboa e Sintra – I

Na sua mais recente campanha de promoção de Macau, os Serviços de Turismo (DST) “forraram” um comboio da CP – Comboios de Portugal com imagens do território, do seus eventos e hotéis. Na conta de Instagram “Turismo de Macau” foi publicado um vídeo desse comboio com a legenda: “O comboio de Macau está novamente a rolar. Desta vez, entre Lisboa e Sintra. Estejam atentos”.

 

“Comboio de Macau” corre

entre Lisboa e Sintra – II

Esta não é a primeira vez que a DST usa meios de transporte para fazer publicidade, nomeadamente carruagens de Metro. O “timing” da jogada de marketing foi perfeito, pois coincidiu com o Festival Eurovisão da Canção. Segundo as estimativas, a capital portuguesa terá acolhido 27 mil estrangeiros para o festival, que atraiu ainda 1.600 jornalistas e 500 bloguers, tendo em conta apenas os que efectuaram o registo junto da organização. Foi, por isso, uma boa oportunidade para aproveitar o “comboio” musical lisboeta.

 

Pessanha evocado em Penafiel

A figura e a obra de Camilo Pessanha, expoente da poesia em Macau, vão motivar mais uma iniciativa cultural em Portugal, desta vez no concelho de Penafiel. A iniciativa partiu da Associação Cultural e Recreativa Novelense, que vai promover amanhã, pelas 21:30 (hora portuguesa), um Serão Literário dedicado ao poeta. Contando com o apoio da Biblioteca Municipal de Penafiel, o evento decorrerá na sede da Junta de Freguesia de Novelas, onde os alunos da Escola Melodia vão assegurar a sessão musical.

 

Em pleno período do defeso da pesca, fomos ao nosso Baú buscar uma foto para recordar o Porto Interior na década de 1950, um tempo de outras pescarias…

 

Publicidade enganosa – I

Os preços de um bilhete em classe económica do Terminal Marítimo da Taipa para Hong Kong (Sheung Wan), custam 160 patacas, uma diferença de 122 patacas para o bilhete de primeira classe, que chega às 282. É uma diferença significativa independentemente do destino. Uma das promessas para convencer as pessoas a abrirem os bolsos é o conforto de um estômago aconchegado com uma refeição consistente. No entanto, a publicidade nem sempre corresponde à realidade.

 

Publicidade enganosa – II

O cliente que, utilizando a diferença do dinheiro, para comprar os ingredientes para levar uma sandes à socapa para a classe económica é capaz de sentir menos fome. Talvez para evitar que os passageiros fiquem enjoados com a ondulação do mar durante a viagem, a transportadora marítima reduziu a suposta refeição da primeira classe a um snack acompanhado de água e café. Afinal, parece que os líquidos também ocupam espaço e uma dieta não faz mal a quem planeia sucumbir às expectativas sociais irrealistas dos “corpos de Verão”.

 

Afinal, a culpa não era do Chefe – I

No dia em que uma delegação liderada por Chui Sai On partiu para o Camboja, um cidadão queixou-se do atraso de um voo da Air Macau, chegando ao ponto de culpar o Chefe do Executivo pelo contratempo. O descontentamento levou-o mesmo a telefonar para um programa da rádio em língua chinesa especulando que faltavam aviões no território naquela manhã pelo facto da delegação do Chefe do Executivo ter requisitado uma aeronave.

 

Afinal, a culpa não era do Chefe – II

Confrontada, e surpreendida, com a queixa, a Air Macau entendeu por bem fazer um esclarecimento público. Afinal, segundo explicou a transportadora, o atraso no voo em questão, com destino a Fukuoka, deveu-se apenas a uma baixa médica do piloto, que apresentou o pedido com carácter urgente. O voo para a cidade japonesa acabou por descolar com três horas de atraso. Em defesa do Chefe do Executivo, importa ainda dizer que o avião que transportou a comitiva da RAEM para Phnom Penh pertence à frota da… Bangkok Airways.

 

Alunos “dançaram” com a história – I

Reforçar o espírito de equipa é sempre uma lição importante seja para as crianças ou adolescentes e Macau tem procurado promovê-lo, nomeadamente através do concurso de dança entre escolas. Este ano, o concurso atraiu 48 equipas (25 do ensino secundário e 23 de primário) e quase mil alunos, que encheram o Fórum de Macau, em duas noites seguidas com belas danças.

 

Alunos “dançaram” com a história – II

Ao longo das edições, o evento não só tem ganho experiência, como procurado diversificar os tipos de dança. Este ano, incluiu pela primeira vez, uma obra de dança que levou o passado ao palco. “Cor de Tinta” foi como o açúcar a dissolver-se no café, pela forma natural como integrou uma série de histórias antigas chinesas clássicas. Apesar das histórias escolhidas não terem ligação, foram sujeitas a uma montagem inesperada, que fez com que se tornasse o “ponto mais alto” de todo o concurso.

 

Criatividade “electrificada” – I

Três postos de transformação na Rua da Barca, no Canídromo Yat Yuen e no Largo do Carmo na Taipa, foram embelezados no âmbito de um projecto de cooperação entre a CEM, Sociedade de Artistas e Associação de Ilustradores de Macau. Depois das caixas de distribuição de baixa tensão terem feito muito sucesso, a CEM decidiu avançar no final de Abril com a “revitalização” de postos de grande dimensão. Cada um dos três postos foi “maquilhado” por quatro artistas e ilustradores, que tentam integrar o seu trabalho no local envolvente criando peças únicas.

 

Criatividade “electrificada” – II

O lote de artistas participantes inclui Pat Lam, Jacky Lee, Lao I Wo, Sam Pak Fai, Ho Chi Kei, Chan Ka Ian, Yolanda Kog, Ken Ho, Christina Kong, Taylor Wu, Tramy Lui e Fong Wai Peng. “A CEM espera que esta iniciativa revigore a comunidade e dê a conhecer a dinâmica da cultura e criatividade local”, disse Cecilia Nip, directora do Gabinete para os Assuntos Regulatórios e Comunicação Empresarial da empresa, frisando que a iniciativa também permite criar uma plataforma de exposição e apoiar o desenvolvimento das artes. Apesar de tudo, a CEM alerta que os postos acarretam riscos e não podem ser pintados sem autorização.

 

Ponte das contradições – I

A Ponte Hong Kong-Zhuhai-Macau tem sido tema de conversa recorrente nomeadamente devido às dúvidas quanto à sua data de abertura e pelo facto de ser a maior ponte do mundo. Muita gente comenta também o seu potencial impacto ao nível das três regiões. No entanto, é o “website” oficial com informações sobre as várias questões que envolvem a Ponte do Delta que agora parece estar a dar nas vistas.

 

Ponte das contradições – II

Pelo Twitter, vários internautas voltaram a trazer ao de cima uma preocupação já antiga: a preservação das condições de vida dos golfinhos brancos que se encontram na costa do território. Fazem-no com muito humor e uma pitada de sarcasmo uma vez que as imagens dos golfinhos brancos são colocadas no cabeçalho da página onde estão indicadas detalhadamente as medidas de protecção ambiental.

 

Ponte das contradições – III

Num dos comentários pode ler-se “É bom ver que as autoridades da Ponte Hong Kong-Zhuhai-Macau nos mostram todas as espécies que podem estar a pôr ainda mais em perigo”. Esperemos que os receios sejam infundados e que as medidas de protecção ambiental especificadas no site sejam suficientes para estancar o contínuo declínio da população de golfinhos registado na última década.