Boas intenções não valem tudo – I
Um pouco por toda a cidade existem contentores do “Exército de Salvação Nacional” para recolha de roupa que, posteriormente, será doada a quem mais precisa. No entanto, por vezes, até as melhores iniciativas enfrentam problemas. Neste caso, a falta de espaço é o principal. Embora haja muita roupa para ser doada, isso não está a ser feito da melhor maneira.
Boas intenções não valem tudo – II
Já diz a sabedoria popular que o lixo de uns pode ser o tesouro de outros, mas este tipo de práticas é como levar a expressão a um extremo. Mesmo que o contentor esteja lotado, haveria certamente meios mais apropriados para depositar o vestuário do que amontar a roupa na calçada suja, sobretudo tendo em conta que posteriormente vai ser doada. Claramente, as boas intenções não valem tudo, são apenas metade do caminho…
Romantismo inunda
website da DSAJ – I
Os responsáveis da Direcção dos Serviços de Assuntos de Justiça (DSAJ), ou pelo menos os seus técnicos informáticos, levaram muito a sério a tarefa de criação do website sobre o “registo civil relativo ao casamento”, apostando numa página repleta de simbologia ligada ao romanticismo do casamento. Em simultâneo, também faz lembrar desenhos de Lego, com figuras de faces quadradas.
Romantismo inunda
website da DSAJ – II
Logo à primeira vista, é o céu cor-de-rosa que inunda o ecrã com um casal vestido de branco todo sorridente no centro. Mas, mais do que isso, e das próprias árvores cor-de-rosa sobressai uma citação de Fernando Pessoa: “Eu não sei senão amar-te, nasci para te querer. Ó quem me dera beijar-te, e beijar-te até morrer”. Este ano, São Valentim parece ter chegado mais cedo…
Caixas de electricidade artísticas – I
O investimento nas indústrias criativas e nas artes chegou agora também às caixas de electricidade da CEM pelas mãos de uma designer local com um trabalho reconhecido. Através do seu talento, Tramy Lui tornou as caixas da Companhia de Electricidade de Macau menos cinzentas e mais coloridas, com desenhos exibidos em vários pontos da cidade.
Caixas de electricidade artísticas – II
Na Avenida do Coronel Mesquita, uma das mais movimentadas da cidade, as caixas já se apresentam preparadas para receber a Primavera, embora ainda nem Janeiro tenha terminado, com desenhos de flores coloridas. Esta é, de resto, uma imagem de marca da designer que já conta com um longo portefólio de trabalhos que abrange algumas lojas locais, dando assim também um contributo às pequenas e médias empresas.
Do nosso Baú de Recordações retirámos hoje mais uma foto que dispensa grandes comentários para além da localização temporal e espacial: a Avenida da Praia Grande na segunda metade da década de 1950.
O lado “cinzento” do Lilau – I
“Aquele que beber da água do Lilau, jamais esquecerá Macau” é uma expressão popular comum nas referências ao Largo que integra o conjunto do Centro Histórico de Macau, inscrito pela UNESCO na Lista do Património Mundial a 15 de Julho de 2005. Mas se antes a bica era a principal fonte de água natural em Macau, hoje parecem ser as paredes das casas amarelas do Lilau a “beber” da água, com a humidade que mancha as traseiras dos edifícios a pedir uma mudança no tom do nome.
O lado “cinzento” do Lilau – II
Enviadas por um leitor preocupado com a falta de cuidado na preservação dos imóveis, as imagens mostram que, em contraste com o estado de conservação das fachadas, nas traseiras predomina um cenário cinzento, com escadas a carecerem de pintura, infiltrações a transparecerem nas paredes e portas abertas a deixarem que o vento passe para o interior, com os riscos daí inerentes.
O lado “cinzento” do Lilau – III
Numa altura em que está em curso uma consulta pública sobre o Plano de Salvaguarda e Gestão do Centro Histórico, seria de bom tom que fosse reavivado o amarelo nas traseiras daquele que foi um dos primeiros bairros residenciais portugueses em Macau. Importa não esquecer que o Largo do Lilau e a vizinha Casa do Mandarim oferecem um excelente exemplo da fusão de estilos arquitectónicos e urbanos ocidentais e chineses.
Contra barreiras
não há argumentos – I
Com tantos carros e motos em circulação numa cidade pequena, encontrar estacionamento pode ser uma missão com contornos de verdadeira luta. Os lugares são escassos, a correria é muita e as críticas também, não fosse o trânsito um autêntico “ponto negro” de Macau, como muitos o classificam.
Contra barreiras
não há argumentos – II
Mesmo quando a sorte dá um ar de sua graça e indicia que o “milagre” vai acontecer, nem sempre a “dor de cabeça” acaba. Terá sido esse o caso da condutora que surge nesta foto a tentar forçar a saída do local onde deixara a mota estacionada, num aparente erro de cálculo. Será caso para dizer que contra barreiras não há argumentos…
Belas portas que não levam
a lado nenhum – I
“Abertura para entrar ou sair” é uma das definições da palavra porta no dicionário. Mas, em Macau, existe pelo menos uma “porta dupla” que, apesar de ser semelhante a uma, não permite entrar nem sair e não leva a lado nenhum. Integrada no empreendimento “Windsor Arch”, esta “pérola” tem pelo menos cinco metros de altura e 1,5 metros de espessura, conforme constatámos num dia em que se encontrava aberta.
Belas portas que não levam
a lado nenhum – I
Quando as portas se abrem, vê-se uma parede, andaimes e algumas luzes a piscar. O interior da porta é tão grandioso e exuberante como o exterior, com cavalos, pavões e outros elementos renascentistas, tudo claro, em dourado. A ideia deve ser a mesma dos livros de magia, dando a sensação aos moradores do edifício de que vivem num mundo de luxo, apesar de não usarem aquela porta.
Intercâmbio na neve – I
Os estudantes do Instituto Politécnico de Macau (IPM) ganharam asas e foram até ao nordeste da China “abrir horizontes” num programa de intercâmbio de Inverno com o Instituto de Tecnologia de Harbin e a Universidade de Silvicultura do Nordeste. O IPM garante que aprenderam sobre a tecnologia de pequenos satélites mas, após uma visita à Exposição de Arte Internacional de Esculturas de Neve de Harbin, é provável que a matéria de estudo preferida tenha passado a ser como fazer bonecos de neve gigantes.
Intercâmbio na neve – II
Com o único avistamento de neve em Macau a dar-se no imaginário de cada um, os estudantes do Politécnico tiveram uma rara oportunidade de contactar com um Inverno a sério, numa atmosfera que a instituição de ensino classificou de “exótica”. A camada branca também potenciou um estilo de vida saudável, com ski e patinagem no gelo envolvidos no programa de diversão.



