As tarifas de aluguer dos circuitos local e internacional vão sofrer decréscimos de 7% e 11%, respectivamente, anunciou a CTM, indicando que a decisão é uma resposta “às vozes da sociedade” e corresponde ao interesse geral. A medida tem o aval do Governo, que em Julho de 2017 tinha instado a empresa a diminuir os tarifários
A Companhia de Telecomunicações de Macau (CTM) vai reduzir as tarifas para aluguer de circuitos locais e circuitos para chamadas internacionais em 7% e 11%, respectivamente, anunciou a empresa. A medida entra em efeito a partir de 1 de Abril.
De acordo com o comunicado, a medida é uma “resposta proactiva às vozes públicas” e toma em consideração o interesse geral de sociedade, tendo já sido aprovada pelo Governo.
A redução nos tarifários irá beneficiar os clientes de empresas em diversos sectores, bem como os operadores de telecomunicações locais, servindo para optimizar o ambiente de negócios em Macau.
Salientando que esta não é a primeira vez que baixa as tarifas, tendo em conta a redução operada em Dezembro de 2016, a companhia realça que o gesto “reflecte o compromisso em servir Macau”.
Além das diminuições referidas, os clientes podem ainda beneficiar de um desconto até 20% na tarifa mensal de acordo com o período de contrato. Para os operadores de telecomunicações locais, em adição ao desconto especial com base no período de contrato, também poderão gozar de maior flexibilidade nas unidades de venda a retalho com base nos pacotes de serviços subscritos.
Nos serviços de aluguer de circuitos locais, a CTM irá isentar as despesas do segundo terminal, dependendo do contrato e oferecerá inda descontos extra entre 3,5% e 20%. Além disso, será aplicado um desconto adicional de 40% para a linha de “backup”.
A operadora reiterou que se compromete a melhorar continuamente a qualidade de serviço e a executar activamente a revisão dos tarifários, em concordância com as políticas de desenvolvimento das telecomunicações do Governo.
Recorde-se que em Julho de 2017, o Secretário para os Transportes e Obras Públicas apelou à CTM para baixar os preços e a directora dos Serviços de Correios e Telecomunicações defendeu a existência de margem para uma redução.
L.F.



