A Companhia de Produção de Entretenimento e Cultura In Limitada vai voltar a assumir os destinos da Cinemateca Paixão no período entre Agosto de 2026 e Julho de 2028, após os serviços de operação lhe terem sido adjudicados pelo Instituto Cultural (IC). A empresa propôs um preço de 12,28 milhões de patacas, o mais baixo entre as propostas. Recorde-se que esta companhia ganhou o concurso de 2020, tendo ficado à frente da gestão do espaço até 2023, ano em que a CUT Lda voltou a gerir a Cinemateca, numa adjudicação que terminará em final de Julho. Este ano, a CUT voltou a concorrer, tendo apresentado uma proposta no valor de cerca de 13 milhões de patacas, mas não singrou. Concorreram ainda duas outras empresas: a “BoardWare Sistema de Informação Limitada”, com uma proposta no montante de mais de 19 milhões de patacas, e a “Companhia de Diversões S Grupo, Limitada”, mas esta última foi excluída por não ter o documento com a cotação de preços para a prestação de serviços dentro de um segundo envelope opaco, fechado e lacrado, refere o documento publicado na página do IC. Recorde-se que, de acordo com os critérios de apreciação, o preço “pesava” 40%, seguindo-se o “grau de perfeição da proposta operacional bienal e do plano operacional para os primeiros 12 meses” (35%), a “experiência da pessoa proposta para director de operações” (12%), a “experiência das pessoas propostas para consultores” (8%) e a “percentagem dos trabalhadores residentes” (5%). Localizada na Travessa da Paixão, “uma rua estreita e romântica” no Centro Histórico de Macau, a Cinemateca Paixão conta com três pisos equipado com bilheteira, sala de projecção, sala de controlo, sala de informação cinematográfica e espaço expositivo.