O Comissário contra a Corrupção revelou que já terminou o inquérito sobre o regime de fixação de residência temporária de investidores, quadros dirigentes e técnicos especializados e o Comissariado contra a Corrupção (CCAC), devendo divulgar os resultados este mês. De acordo com o “Ou Mun Tin Toi”, André Cheong indicou que o inquérito foi instaurado em 2016 na sequência de problemas detectados na aplicação do regime. Actualmente, o CCAC está a finalizar a tradução e actualização de dados. Ao mesmo tempo, referiu que o inquérito abrange queixas apresentadas, uma avaliação global do regime jurídico, o procedimento administrativo, entre outros. O relatório de actividades de 2017 do CCAC denunciou casos de suspeita de falsificação de documentos por um requerente que pretendia obter autorização para residir temporariamente em Macau. Questionado sobre a alegada concessão ilegal de um terreno em Nam Van, denunciada por “Shanghai Boy”, apontado como membro de uma tríade, André Cheong rejeitou comentar o caso, mas garantiu que o CCAC está atento a todas as fontes de informação e agirá sempre conforme a lei. No início do mês passado, o empresário de Hong Kong, conhecido pela alcunha “Shanghai Boy”, acusou o antigo Chefe do Executivo Edmund Ho de conceder dois terrenos em Macau a Ma Ching Kwan, dono do jornal “Oriental Daily”.



