Um adoptante de Taiwan acusou publicamente o Canídromo de maltratar os galgos, após a morte de um cão que tinha sido adoptado há menos de 10 horas. Tanto o Canídromo como as autoridades rejeitaram responsabilidades
Viviana Chan
Não é a primeira vez que o Canídromo é acusado de maus-tratos aos galgos, mas este caso envolve um cão que morreu 10 horas depois de ter sido adoptado junto da Companhia de Corridas de Galgos (Yat Yuen). O adoptante, de nome Pan, proveniente de Taiwan, queixou-se que o animal foi alvo de maus-tratos.
Segundo denunciou, o galgo “Dixie’s Earner” registou problemas de incontinência e sangue nas fezes, acabando por morrer na casa de banho da nova casa, no mesmo dia da adopção, a 5 de Julho.
De acordo com o jornal “Exmoo News”, Pan levou o corpo do animal e foi questionar o Instituto para os Assuntos Cívicos e Municipais (IACM) e o Canídromo, tendo o organismo alegadamente dito que se trata de um caso entre o adoptante e a empresa, em nada relacionado com o Governo. Um funcionário do IACM terá dito que a função do organismo é apenas dar as licenças para os cães.
Por sua vez, no Canídromo, funcionários da Yat Yuen rejeitaram assumir culpa, frisando até que já foram muito simpáticos ao não responsabilizar o adoptante, indicando-lhe que não tem direito a exigir nada da empresa. Segundo o site da Yat Yuen, o “Dixie’s Earner” pertencia a “M.Y.C”, proprietário de 399 galgos.
Pan disse que adoptou dois cães naquele dia a pedido de dois amigos, sendo que o outro galgo, de cor amarela, tinha problemas de mobilidade. Depois de sair do Canídromo, descobriram que tinha a perna partida. Com a ajuda de um bombeiro, Pan conseguiu transportar o animal para o Canil Municipal.



