Burlado por falso crime contra segurança nacional
Um residente foi burlado em 217 mil patacas por acreditar ter sido acusado de crimes contra a segurança nacional. Segundo a Polícia Judiciária, o homem recebeu uma chamada em cantonês de alguém que se apresentou como polícia e que “conseguiu identificar o seu nome completo”. O interlocutor alegou que um número de telefone da vítima teria emitido “declarações políticas falsas”, que violam a Lei de Defesa da Segurança do Estado, e exigiu que colaborasse na investigação. A chamada foi depois transferida para outro indivíduo, que falava mandarim e se fez passar por um agente policial do Continente. Este exigiu que a vítima realizasse uma videochamada, via WhatsApp, durante a qual envergou um uniforme policial e acusou o cidadão de envolvimento em crimes graves. Terá exigido “diligências online” por telefone e aplicações de mensagens, a comunicação periódica da localização e até a transferência de dinheiro para uma conta para “verificação de fundos”. A PJ sublinhou que nunca solicita transferências de dinheiro ou comunicações pessoais através de aplicações de mensagens.
25 milhões em subsídios para famílias vulneráveis
O Instituto de Acção Social vai proceder, a partir deste mês, à primeira concessão do subsídio especial do “Programa de Inclusão e Harmonia na Comunidade” do corrente ano. A atribuição contemplará 5.608 famílias da RAEM que preenchem os requisitos definidos no regulamento, prevendo-se uma despesa total de cerca de 24,67 milhões de patacas. Os três tipos de famílias em situação vulnerável que são beneficiárias podem receber, em simultâneo, o subsídio regular e o subsídio especial por meio de transferência bancária ou pela forma anteriormente fixada, sendo de 1.278 o número total de famílias beneficiárias.



