Entre Janeiro e Março deste ano, mais de 10 mil casos motivaram saídas de ambulâncias reflectindo uma subida homóloga de 7%. O Corpo de Bombeiros destaca o aumento dos serviços de ambulância e assume que os recursos actuais são “limitados”

 

No primeiro trimestre, o Corpo de Bombeiros (CB) registou 10.092 saídas de ambulância equivalente a uma subida de 660 casos (+7%) face ao período homólogo de 2017. Segundo a corporação, as “necessidades dos serviços de ambulância elevaram”, pelo que os recursos são “preciosos e limitados”.

Por isso, adverte para o uso abusivo daquele serviço, e insta os condutores a cederem a passagem aos veículos de emergência para que os bombeiros desenvolvam “o mais rápido possível os trabalhos de socorro”.

No período em análise, contabilizaram-se 259 saídas por motivos de incêndio, ou seja, um aumento de 19 casos face aos primeiros três meses de 2017, reflectindo uma subida de 7,92%. As causas de incêndio mais recorrentes foram fogão aceso e fogos nus. Houve no total 92 casos de incêndio, o representou 35,52% das saídas totais para respostas a incêndios.

Além disso, 189 casos não implicaram uso de mangueiras, equivalendo a 72,97% do total de saídas, demonstrando que “a vigilância dos habitantes foi elevada em comparação com o passado”.

Por fim, os “soldados da paz” levaram a cabo várias actividades relativas à protecção contra incêndios, nomeadamente, 63 palestras, 11 exercícios práticos, 142 actividades de sensibilização e 18 simulacros.

O CB realizou ainda a segunda fase do curso de formação do chefe de segurança contra incêndios comunitários destinado às associações e as instituições públicas e privadas.

 

C.A.