Na sequência de pedidos apresentados por três grupos de acompanhamento de assistentes sociais para um encontro com a 2ª Comissão Permanente da AL que analisa o regime de credenciação desses profissionais, a Comissão confirmou ter aceite um encontro a 31 de Janeiro. No entanto, cada grupo terá de escolher um representante e os três porta-vozes terão apenas 30 minutos para transmitir as suas opiniões
O dia 31 de Janeiro está marcado no calendário como aquele em que a 2ª Comissão Permanente da Assembleia Legislativa (AL) se irá encontrar com cinco associações e três grupos de acompanhamento de assistentes sociais para ouvir opiniões sobre a proposta de lei do “Regime de acreditação profissional e inscrição para assistente social”, confirmou ontem o presidente da Comissão.
As cinco associações, incluindo a Associação dos Assistentes Sociais de Macau e a Caritas terão cada uma 30 minutos com a Comissão. Porém, os três grupos que pediram a reunião só terão 30 minutos para transmitir as suas opiniões, podendo destacar apenas um representante de cada grupo. Em causa estão os grupos de acompanhamento sobre acreditação de assistente social, de alunos formados no curso de assistência social e o por alunos locais de assistência social a estudar em Taiwan.
De acordo com o jornal “Exmoo News”, questionado sobre os períodos de tempo diferenciados atribuídos às associações e aos grupos, Chan Chak Mo justificou que, tendo em conta que a Comissão recolheu opiniões escritas na fase de consulta da proposta, há deputados que consideram desnecessário o encontro com os três grupos não registados oficialmente.
“Mas, tendo em conta que os grupos tomaram a iniciativa de pedir um encontro com a Comissão e que incluem alunos de assistência social a estudar em Taiwan, assistentes sociais em funções e assistentes de apoio, a Comissão considerou a representatividade dos grupos e concluiu que há condições para aceitar a reunião”, explicou o deputado.
Os encontros serão realizados a partir das 10h00 de 31 de Janeiro.
Recorde-se que os três grupos entregaram mais de 300 opiniões à 2ª Comissão Permanente da AL. Segundo Cheang Kuan, porta-voz desses assistentes sociais, a maior preocupação dos profissionais é que seja encontrado alguém fora da área para liderar o Conselho Profissional dos Assistentes Sociais (CPAS), quando deveria ser um profissional conhecedor da profissão. Segundo sustentou, devem ser incluídos no CPAS assistentes sociais que conheçam a fundo as características do trabalho, uma vez que já foram detectados alguns problemas de entendimento sobre os trabalhadores sociais.
Sobre essa questão, a proposta sugere por enquanto que na primeira fase, o Conselho tenha 11 membros nomeados pelo Executivo. Serão esses que decidirão o método de eleição dos cinco membros na próxima etapa, mantendo-se o total de 11.
R.C.



