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Suspeito e queixosa conheceram-se através do “wechat”

 

Uma jovem apresentou queixa por alegado abuso sexual, depois de debater assunto com o namorado

 

Um tesoureiro de um casino localizado na zona central é suspeito do crime de abuso sexual de pessoa incapaz de resistir, pois a mulher envolvida estava alegadamente inconsciente devido ao álcool.

Em declarações à Polícia Judiciária (PJ), a queixosa, de 26 anos de idade e residente do território, afirmou ter-se encontrado naquela noite com um “amigo”, que tinha conhecido através da aplicação de telemóvel “Wechat” e que se fez acompanhar por mais dois amigos.

Durante o encontro, a conversa foi acompanhada por muito whisky, a ponto da queixosa ter ficado inconsciente quando entrou num táxi com o suspeito, de 38 anos.

A mulher garantiu que apenas se recorda de acordar na cama do suspeito, em plena madrugada e nua da cintura para baixo, tal como o “amigo”.

Declarou ainda que saiu rapidamente do local e só apresentou queixa junto das autoridades após conversar com o namorado.

O suspeito foi detido pela PJ e o caso será apresentado ao Ministério Público.

 

Vítima de burla por telefone

Um residente com mais de 60 anos foi burlado em 80 mil patacas. Segundo afirmou, o lesado recebeu um telefonema de um indivíduo que gritava: “pai, ajuda-me”. O alegado raptor entrou rapidamente em acção, assegurando que o filho tinha sido fiador de 200 mil dólares de Hong Kong e que essa quantia tinha de ser paga.

O suspeito pediu ainda o número de telemóvel do lesado, para lhe transmitir as instruções para a transferência do dinheiro, que tinha de ser trocado para renmimbis.

Seguindo as instruções, o homem foi a Zhuhai trocar o dinheiro e efectuar a transferência, sem nunca ter tentado contactar o filho. Mais tarde, com a transferência já efectuada, foi o próprio filho que lhe telefonou, percebendo então que tinha sido enganado.

 

L.F.

 

Detectada nova rede de prostituição

As autoridades policiais detiveram quatro indivíduos da China Continental, por alegado envolvimento numa rede de prostituição na zona do ZAPE. Durante a operação, a polícia apreendeu vários panfletos de cariz sexual que eram distribuídos pelos suspeitos. As mulheres envolvidas na prostituição recebiam em média mil dólares de Hong Kong por cada serviço prestado.