Anabela Ritchie

“35 anos a acompanhar-nos, formando e informando, lendo e interpretando os ‘sinais dos tempos’, merecem bem o nosso aplauso!

Parabéns e as maiores felicidades ao ‘Jornal Tribuna de Macau’, e a todos quantos fazem o esforço diário da sua produção, que leio desde a primeira hora, primeiro separadamente como ‘Jornal de Macau’ e ‘Tribuna de Macau’, depois fundidos em ‘Jornal Tribuna de Macau’.

Recordo com saudade o Dr. Carlos d’ Assumpção e cumprimento com muita amizade o Jorge Neto Valente, o João Fernandes – com quem, agora residente em Óbidos, no passado dia 9 animadamente conversei ao telefone, na passagem do seu 80º aniversário de nascimento, que saudades do seus ‘quadradinhos’ no canto superior direito do Jornal de Macau – e, last but not least, o Zé Rocha Dinis, pelo valioso contributo que deram para o importante virar de página na história do jornalismo de Macau.

Ao Jornal Tribuna de Macau os meus votos de continuação do excelente trabalho que têm feito. Bem hajam!

 

António José de Freitas

“Felicito o Jornal Tribuna de Macau, na pessoa dos seus Jornalistas (Administrador, Director e toda a redacção), pelo 35° aniversário de uma publicação ininterrupta, o que é caso, senão único, pelo menos muito raro no panorama da imprensa local de expressão portuguesa.

O Jornal Tribuna de Macau tem pautado a sua missão informativa pelo rigor e cobertura noticiosa dos acontecimentos locais, com grande profissionalismo, tendo-nos habituado a uma saudável certeza de que não há evento ou acontecimento, notícia com maior ou menor importância a nível local, e de interesse para população local lusófona, que não seja incluído nas suas páginas.

Serve, por isso, de repositório importante da história, recente e passada, desta cidade e dos seus habitantes.

É, na opinião de muitos, e que eu partilho, diário muito lido pela comunidade macaense, mesmo pelos que se encontram na diáspora através do site online.

Também através do JTM, temos a possibilidade de ler artigos de fundo e comentários sobre a situação em Portugal e no mundo, temas políticos, culturais e económicos.

Faço portanto votos de que, a estes 35 anos de existência, se adicionem muitos mais, a bem da comunidade”.

 

Maria Amélia António

“Saudar os 35 anos da Tribuna de Macau é uma obrigação moral, um acto de justiça, que cumpro com muita alegria e  amizade pelo Jornal e por todos aqueles que com o seu esforço e dedicação têm conseguido realizar este feito! Nunca é demais realçar a importância da imprensa em língua portuguesa em Macau, quer pelo seu papel na afirmação da liberdade de expressão, quer pelo seu contributo na divulgação e na continuidade da utilização do português, sabendo, como sabemos, as dificuldades, as barreiras, a má-vontade ou a falta de vontade que diariamente é preciso enfrentar e vencer para que cada dia seja uma batalha ganha. 35 anos são muitos dias repletos destas lutas, em que o desânimo ou a desistência foram palavras fora do vosso vocabulário!

Parabéns e que venham mais 35!!!”

 

José Luís Sales Marques

“Ao Jornal Tribuna de Macau, ao José Rocha Dinis e Sérgio Terra, bem como a toda a vossa equipa de impecáveis profissionais vai um grande e afectuoso abraço, de parabéns e muita admiração! Admiração pelo vosso trabalho diário e entrega profissional, pela persistência em se manterem sempre como um jornal diário de referência para o universo da imprensa portuguesa no estrangeiro, pela vossa capacidade de sobreviver tantos anos, sem pôr em causa os vossos princípios de bom jornalismo. O JTM existe há tantos anos quantos o da minha vida profissional em Macau. Também por isso, e não só,

os nossos percursos cruzaram-se tantas vezes, incluindo uma colaboração regular, que muito apreciei, ao longo de vários meses. Continua a ser o primeiro jornal que abro todas as manhãs, para saber das últimas novidades desta nossa terra. Espero que assim continue a ser por muitos e muitos anos”.

 

Maria Antónia Espadinha

“Em Março cumprirei 24 anos de trabalho em Macau. Procurei acompanhar os vários jornais e o seu impacto na comunidade. Não consegui. Não consigo avaliar qual o impacto do jornal (dos jornais) na comunidade. Há zonas da cidade e de toda a RAEM onde é difícil, se não impossível encontrar um jornal em português. A Tribuna tem sido, por motivos vários, o que tenho tido oportunidade de acompanhar mais de perto. Por vezes, sinto a falta de uma presença mais forte da comunidade no jornal. Pessoalmente, acho que a Tribuna tem bons cronistas e bons repórteres. Que façam sempre mais e melhor. Parabéns à Tribuna!”

 

Pedro Lobo

“O papel do jornal tem estado cada vez mais visível e tornou-se cada vez mais importante, quer ao nível da presença da comunidade portuguesa, quer até, de certo modo, da ligação com Portugal que tem evoluído e tem sido marcada e tem tido uma presença cada vez mais activa e contribui para a importância desta comunidade. Julgo que é um dos jornais de referência da comunidade com artigos de fundo, tem estado sempre na vanguarda. Creio que foi um dos primeiros jornais a proporcionar estágios a jornalistas portugueses cá em Macau, foi o primeiro a avançar com um prémio do foro jornalístico, tem celebrado alguns protocolos, com a Universidade de Coimbra e ainda com outras instituições e é sem dúvida um dos grandes jornais de referência da comunidade portuguesa e da comunidade chinesa que fala e lê português”.

 

Miguel de Senna Fernandes

“Falar sobre o Jornal Tribuna de Macau, é referir-se a uma instituição macaense de informação. Profundamente enraizado em Macau desde os primeiros anos dos anos oitenta do século passado, o JTM passou por vicissitudes várias desde o seu início até chegar aos dias de hoje, acompanhando ‘pari passu’ a evolução de um Território para uma Região Administrativa Especial. Nasceu, cresceu, fundiu, o Jornal experimentou novas formas de levar a informação em língua portuguesa a todos, servindo Macau, com a qual passou, aliás, a identificar-se. O marco do JTM é, assim, o seu indelével testemunho histórico, contado diariamente, dando imagem e forma a temas de natureza vária, sempre no preciso norte de informar desapaixonadamente, muito embora o seu sucesso se tenha devido à paixão de brilhantes profissionais que por aí passaram e aí se formaram. Macau, pelas suas características e contrariedades legadas pela História, não se soletra com um simples abecedário, que provavelmente o incauto observador traria no bolso. Ler esta terra multissecular, não obedece a nenhuma regra comummente aceite como verdadeira. Um lugar cujo destino foi ditado pelo consenso e a coexistência de povos, deve ser interpretado com a sabedoria e diplomacia, que nem todos souberam usar. O JTM soube sempre lê-la e sempre escreveu do que leu. Há quem seja alérgico a ele. Isso pouco importa. Pois, não se lê o JTM por se gostar dele, mas sim pela Verdade que ele conta e pelo Bom Senso com que conta. Bem haja o José Rocha Diniz, esse gentleman da informação”

 

Manuel Geraldes

Na pessoa do seu Director, José  Rocha Diniz, e de todos os seus Colaboradores, felicito o JTM pelo seu 35ºAniversário.

A residir há  cerca de 30 anos em Macau, adoptei  bem cedo o JTM, na altura “Tribuna  de Macau”, para leitura matinal diária  indispensável como o cafezinho matinal.

Foi uma habituação natural, que estes trinta anos confirmam como uma boa opção, pois foi o único diário de então que sobreviveu até hoje. Um já longo percurso sólido, que se deve à consistência da linha editorial do JTM que desde o princípio apostou na predominância do jornalismo com informação de proximidade, centrado em Macau, nas suas políticas, nas suas diversificadas comunidades as residentes  distantes ligadas a Macau. Uma opção que a informação massiva e global proporcionada pelas novas tecnologias tem vindo a confirmar como acertada. Devo salientar a objectividade, o rigor e a cultura da harmonia que, de forma indelével, enformam a linha editorial do JTM ao longo destes anos. Nesta ocasião não devo deixar de referir o interessante e alargado leque de colaboradores de “opinião” regulares que o JTM nos faculta, permitindo-me destacar, a singular rara beleza, enorme sabedoria e apurado humor que semanalmente nos oferece a pena do Decano da comunidade Portuguesa, o Senhor Prof. Luís Oliveira Dias.

Grato ao seu Director e a todos os seus dedicados Colaboradores, pela leitura diária que me proporcionam, os meus votos de prosperidade e longa vida ao Jornal Tribuna de Macau!

 

João Laurentino Neves

“Sabemos da importância do jornalismo e dos jornais na formação e no exercício da cidadania, do papel essencial que assumem na construção de narrativas que participam do modo como perspetivamos a nossa como a realidade dos outros, da saliência que a sua prática informativa, assente em princípios deontológicos, representa na busca de um bem comum.

Essas são razões suficientes para esse gesto que, nos anos que levo de Macau, diariamente cumpro de percorrer as páginas deste jornal. A sua existência ao longo de 35 anos, que saúdo e felicito, atesta que elas são reconhecidas e partilhadas por muitos outros, de diferentes gerações, outorgando à Tribuna de Macau o seu espaço próprio no panorama da imprensa escrita local.

Mas há ainda outras razões para felicitar o jornal e o percurso que assinala, que importa registar. O exercício informativo em língua portuguesa que, com qualidade, veicula constitui uma das áreas estratégicas à própria promoção e difusão da língua portuguesa no contexto de Macau. Não raras vezes, nesse objetivo que partilhamos, conteúdos seus são, por isso, objecto de didatização na actividade do IPOR. Por outro lado, atendendo às novas plataformas digitais onde está presente, esse exercício do Tribuna (que é também exercício de tribuna) alarga-se para lá de Macau e leva a cidade àqueles que, pertencendo-lhe, estão fora dela, bem como a outros para os quais a presença de uma importante comunidade portuguesa – tendo ou não feito parte dela – o torna de grande significado.

Às felicitações junto, assim, os votos de que, pela importância destas acções, o Jornal Tribuna de Macau continue o seu caminho e vença da melhor forma estes e os desafios que o próprio jornalismo enfrenta nos nossos dias”

 

André Ritchie

“Em 1982 comecei a ler e em casa tínhamos os jornais todos. O Tribuna e o Jornal de Macau fizeram então parte dos meus hábitos de leitura, juntamente com o Clarim, o Comércio, o Futuro, a Gazeta, o Macau Hoje, o Ponto Final, o South China Morning Post, o Standard, e ainda a revista Newsweek. Em casa discutia-se trabalho e política à mesa, pelo que, ainda que fosse miúdo, os temas abordados não eram necessariamente do meu desconhecimento. Naqueles tempos os jornais em Português tinham um estatuto que, por razões óbvias, ora deixaram de ter. De quando em quando havia troca de galhardetes, pelo que havia uma certa excitação quando se ia buscar o jornal à banca: ‘Vamos lá ver o que o outro diz hoje’. Por falar em banca, o Tribuna comprava-se assim: ‘ng koi, yat ko Tei Pún’. Hoje leio diariamente o Tei Pún na internet. Deixo para trás e para outros o tal discurso que já conhecemos. E digo assim: somos estrangeiros a viver na China – tal como o são os anglo-saxónicos e todos aqueles de outras nacionalidades que entretanto aqui fixaram residência. E somos todos parte integrante da RAEM. Uma notícia de primeira página de um jornal pode, ao mesmo tempo, ser ignorada por outro, por ser noutra língua e destinado a uma comunidade à qual o assunto nada interessa. É bizarro, mas é assim que a RAEM ganha o seu colorido. É essa a importância e o contributo. Eles vêm e vão, nós ficamos. Com as transformações todas aqui vividas de 1982 a 2017, o JTM ficou e é hoje um projecto sólido. Deixo aqui os meus parabéns – e que venham outros 35”.

 

Manuel Machado

“Como órgão de comunicação social, o Jornal Tribuna de Macau tem desempenhado o importante papel de informar, mantendo vivas a notícia e a opinião, nos campos cultural, político, económico, social e outros. Enquanto jornal em língua portuguesa presta o relevante serviço de contribuir para o uso e manutenção desta língua na RAEM. Os meus parabéns pelo 35º aniversário a toda a equipa que trabalha neste jornal e que permite a sua chegada às nossas mãos diariamente”.